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sábado, 27 de setembro de 2014

Datafolha: Dilma abre 13 pontos sobre Marina

Folha e Estadão mostram Dilma ganhando 

Vamos trabalhar para ganhar no primeiro turno! 

Está campanha eleitoral já cansou todo mundo. 
Não deixe para amanhã o que pode fazer hoje. 
Vamos eleger Dilma no primeiro turno. 
 Vejam as fotos dos jornais: 

Uma capa da Folha para não se esquecer!




Está capa da Folha merece uma moldura. 
Agora a Folha reconhece que Dilma está ganhando. 
Antes tarde do que nunca. 

Vejam também o Estadão:



Lá em casa todo mundo é 13. 
No trabalho, todo mundo é 13. 
Todos votam na mulher do coração valente. 

Dilma presidente!

Postado por GILMAR CARNEIRO

MARINECA E A PROCURAÇÃO QUE DEUS DEU A ELA



"Deus também ama Aécio e Dilma". Essa declaração da crente talibã Marineca dá-lhe a qualidade da Onipotência Divina.

Ela tudo pode, inclusive determinar os sentimentos  que a Divindade - puro mistério - exprime sobre seus adversários.

Naturalmente deve ela ter um papel passado por Deus, em cartório na esquina do Céu, nomeando-a Juiza Presidente  do TSE Divino.

A falta de humildade e temor com  que ela usa o nome de Deus, a maneira despudorada como usa o nome do Senhor para suas pregações eleitorais, mundanas, é de uma vaidade sem par.

Nem o Bispo Crivella, este sim Bispo oficial de um Igreja neopentecostal abre a boca para dizer o que Deus pensa sobre as eleições e seus adversários. Nem do ungido  Pastor Everaldo ouvi citação sobre  Deus com esta intimidade e Poder sobre o que "pensa " a Divindade.

Porém Marina cobre-se com a mesma  pele de cordeiro de Malafaia, e no lugar dos balidos ovinos solta uivos lupinos respondidos pela alcatéia que se espalha pela grande imprensa.

Do ponto de vista teológico é certeza de que Deus ama todas as criaturas - isto inclui árvores, animais, toda a criação, até mesmo Marineca.

Mas afirmo, com a ignorância e humildade que tenho  pelo Mistério da Criação, que usar o nome de Deus para de forma cínica e hipócrita passar-se por generosa e boa é a vaidade suprema.

Papo de beatas invejosas, lascivas, rígidas, repressoras que julgam o próximo com uma fantasiosa Procuração Divina que elas mesmas se outorgam.

Creio sim  que Deus ama a todos, que toda criação é um ato de amor. Mas e você Marineca, ama Aécio e Dilma ou é só  a Deus que você ordena amar os dois?


POSTADO POR BEMVINDO SEQUEIRA

Datafolha confirma: Na classe C, Dilma cresce e Marina despenca!



A taxa de desemprego no Brasil despencou de 11,7% em Agosto de 2002 para 5% em Agosto de 2014, acumulando uma redução de 57,3% durante os governos Lula e Dilma. 

Ontem à noite eu postei na minha página no Facebook e aqui blog um texto mostrando que a nova 'onda' nesta reta final de campanha era o crescimento de Dilma na classe C, o que estava levando a Presidenta a tirar votos de Marina neste segmento e a ampliar a vantagem sobre a candidata preferida do Itaú, dos banqueiros e dos EUA.

Na pesquisa Datafolha, a 'classe C' faz parte da chamada 'classe média intermediária' e a mesma representa 32% do eleitorado e é formada por famílias com renda entre 2 e 5 salários mínimos mensais (de R$ 1448 a R$ 3.620).

E hoje a mesma 'Folha' publica matéria que confirma exatamente o que eu havia dito, mostrando que Dilma abriu uma vantagem de 7 p.p. sobre Marina neste segmento do eleitorado, passando a ter 37%, contra 30% da candidata do PSB.

Na pesquisa anterior, Dilma e Marina tinham as mesmas intenções de voto (34%) e estavam rigorosamente empatadas junto à classe média intermediária.

Assim, a campanha de Dilma acertou em cheio em mostrar que os planos econômicos de Marina serão fortemente prejudiciais justamente à 'classe C', que se ampliou de forma significativa e que ascendeu social e economicamente durante os governos Lula e Dilma.



Entre 2003-2014 o salário mínimo foi reajustado em 262%, passsando de R$ 200 para R$ 724. E para 2015, o reajuste elevará o valor do mesmo para R$ 780, acumulando um reajuste de 290% desde 2003. 

Vamos procurar esclarecer esses eleitores mostrando que as medidas defendidas por Marina e Aécio irão resultar em arrocho salarial, recessão, aumento do desemprego, da pobreza, da miséria, na elevação dos preços das tarifas públicas (energia, telefone, combustíveis) na submissão total do Brasil aos EUA, na entrega da política econômica para o controle dos banqueiros e na perda de soberania e do controle nacional sobre as nossas riquezas, como o pré-sal. 

E para isso o papel dos militantes é fundamental, procurando conversar com os eleitores indecisos e com aqueles que ainda não estão totalmente convictos de sua escolha. 

Vamos mostrar para eles que uma eventual vitória de Marina ou de Aécio representará um gigantesco retrocesso para as camadas populares e será péssima para o país. 

E como eu já afirmei ontem, repito agora: Se este processo continuar até o dia 05 de Outubro, Dilma dificilmente deixará de vencer a eleição no 1o. turno.


Vamos à luta, companheiros e companheiras!

Postado por Marcos Doniseti

Austrália revela imagens do fundo do mar onde caiu o avião do voo MH370


As autoridades australianas publicaram neste sábado imagens do fundo marinho onde se procura o avião da Malaysia Airlines desaparecido no último dia 8 de março nas quais se podem ver vulcões extintos e precipícios de mais de 1.400 metros.

A reprodução de alta resolução é o resultado das missões de dois navios, o Equator da empresa holandesa Furgo e o Zhu Kezhen da marinha chinesa, que há meses tinham a incumbência de coletar dados barométricos para realizar um mapa do fundo do mar onde, segundo as investigações, cai o voo MH370.


"Os dados adquiridos por barimetria revelaram pela primeira vez as características do fundo marinho (...) que não eram visíveis com os dados obtidos por satélite", afirmou em comunicado divulgado ontem o Departamento Australiano de Segurança no Transporte, que lidera a busca internacional da aeronave.

A busca do avião desaparecido, cuja segunda missão submarina começará nas próximas semanas, se centra em uma área de 60 mil quilômetros quadrados cerca de 1.400 quilômetros ao oeste da cidade australiana de Perth.

O voo MH370 da Malaysia Airlines, um Boeing 777-200er, decolou de Kuala Lumpur na madrugada de 8 de março com 239 pessoas a bordo e deveria chegar a Pequim seis horas mais tarde. No entanto, 40 minutos após decolagem, o avião desapareceu subitamente das telas do radar.

As investigações apontam que o avião girou rumo ao sul e voou com todas as pessoas a bordo inconscientes pela falta de oxigênio até ficar sem combustível e cair no mar.

Os analistas ainda não sabem com segurança que causou a tragédia, mas acredita-se que o avião mudou de rumo "em uma ação deliberada". 

Fonte: EFE via Yahoo! Notícias - Imagens: Reprodução

Postado por Jorge Tadeu

Nobel dá razão a Dilma


O amigo navegante talvez se lembre do Mau Dia Brasil em que os “entrevistadores” interromperam a Dilma a cada 16”. (Conseguiram superar o frenesi do William Bonner, que tomou 40% do tempo da entrevista com seus editoriais em forma de perguntas – inúteis.) 

No tal Mau Dia, a PhD pela Universidade Municipal de Caratinga (está no ABC) confundiu a época. 

Ela pensa que a Alemanha da Merkel é a Alemanha do Adenauer, no retumbante sucesso do pós-Guerra com o dinheiro a jorrar do Plano Marshall americano. 

Afinal, nem tudo se ensina na UM de Caratinga. 

A PhD só faltou pular na presidencial jugular para demonstrar que a Alemanha, hoje, com o programa de asfixiante austeridade, cresce chinesamente ! 

Quando lhe concediam tempo para participar da entrevista, Dilma tentou ponderar que não era bem assim, que os fatos não mentem. 

Nessa sexta-feira (26/09) , numa entrevista em Brasília, ela revelou a sua perplexidade com a tentativa de esconder os fatos: a Alemanha está numa draga monumental, segundo os fatos produzidos pela própria Alemanha ! Fatos são fatos, disse ela ! Pois é, quando os fatos atrapalham a teoria, mudam-se os fatos, diz o adágio que Joseph Stiglitz menciona em seu notável artigo “Os cadáveres da austeridade europeia”.

Stiglitz é Prêmio Nobel de Economia, o que não lhe dá, porém, credenciais para contestar a Urubóloga, o mais brilhante pensador neolibelês que o Brasil conseguiu produzir. 

Mas, mesmo assim, vale a pena reter alguns pontos centrais do que diz o insignificante Stiglitz 

Stiglitz é Prêmio Nobel de Economia

 - Angela Merkel da Alemanha e outros lideres europeus pró-austeridade – aqui chamados de “idiotas do tripé” – continuam a negar a realidade. 

 - A austeridade (ou seja, o tripé da Bláblá, do aeroporto do Titio e da PhD de Caratinga) – é um fracasso ! 

 - (Os parvos do tripé) dizem que, como a economia não está mais entrando em colapso, a austeridade deve estar funcionando. 

 - É o mesmo que dizer que se jogar de um despenhadeiro é a melhor forma de descer a montanha, porque, dessa forma, a queda deixa de acontecer. 

 - A recuperação eventualmente virá; o problema é saber quando. 

- A austeridade é um desastre consumado. Cada vez fica mais claro que as economias da União Europeia estão estagnadas, se não for uma recessão, com desemprego alto e renda per capita inferior à de antes da crise de 2008. 

 - Mesmo nas melhores economias, como a da Alemanha, o crescimento desde 2008 tem sido tão lento, que, em qualquer outra circunstância (sem o apoio da Urubóloga – PHA) a Alemanha seria considerada um desastre também.  


- Nos países mais atingidos, como a Espanha e a Grécia, a situação é de depressão econômica. Uma em cada quatro pessoas está desempregada. 50% dos jovens não conseguem emprego. 

 - Assim, defender a austeridade é como o barbeiro medieval para que o sangramento funciona porque o paciente não morreu – ainda. 

 - O produto europeu é mais de 15% abaixo do que seria sem a crise de 2008. É uma perda acumulada de US$ 6,5 trilhões (mais de duas vezes o GNP do Brasil ! – PHA). 

 - A Alemanha está obrigando os outros países a seguir políticas econômicas que enfraquecem suas economias. 

 - Três anos atrás, o eleitor da França votou para mudar de rumo. Mas, o assim chamado partido socialista francês (aqui também tem um partido socialista inscrito entre os parvos do tripé – PHA) está reduzindo os impostos das empresas e cortando gastos – receita garantida para enfraquecer a economia. 

 - A esperança é que cortar impostos de empresas estimule o investimento. 

 - Mas o que impede a Europa e os Estados Unidos de crescer é a falta de demanda (que aqui abunda, com licença da má palavra – PHA). 

(Lembram quando o Dudu dizia que ia cortar o consumo ? Esses socialistas não podem ver um jatinho … PHA)

 - A Itália está sendo encorajada a acelerar a privatização (que aqui resultou na Privataria - PHA). Mas, o primeiro-ministro Renzi teve o bom-senso de reconhecer que vender ativos nacionais a preço de banana (como o FHC fez com a Vale – PHA) não faz nenhum sentido (o Cerra venderia o Coliseu à Disney – PHA). 

 - A privatização do sistema de previdência social, por exemplo, demonstrou ser muito caro. O sistema previdenciário mais privatizado do mundo, o americano, é o menos eficiente do mundo. 

 (O FHC incumbiu o André Haras Resende de preparar a privataria da Previdência, no modelo do Chile de Pinochet. A eleição de Lula em 2002 interrompeu a sangria … – PHA) 

 - Embora os fatos demonstrem que a austeridade no funciona, ela continua a se espalhar. A Alemanha e outros falcões dobraram a aposta, jogando o futuro da Europa numa teoria desmoralizada há muito tempo. (Aqui, na Colônia, ainda a levam a sério – PHA). 

 Tradução livre de Paulo Henrique Amorim

do Blog do Briguilino

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Dilma consolida política externa de afirmação da soberania brasileira


Janio de Freitas 

Externa, mas nem tanto 

Por falarem em ONU, é notável como, na campanha para presidente, ninguém se manifesta sobre uma das responsabilidades mais complexas da função, que é a política externa, especialmente importante para o Brasil no mundo conturbado da atualidade. 

Lá no começo da campanha, Marina Silva até deu um peteleco no assunto, para indicar que um governo seu recuperaria o dístico, de longa existência, segundo o qual "o Brasil vive de costas para os seus vizinhos". Nas palavras de Marina: "O Mercosul não será prioridade". Como os Estados Unidos gostariam, para restabelecer o rebanho na América do Sul. Aécio Neves nem passou perto do tema. 

A rigor, para deixar clara a sua concepção de política externa, nenhum dos dois precisa expô-la. Basta que se observe quem são os seus economistas: todos identificados com o governo dos Estados Unidos, seja qual for, como centro da ciranda mundial das Bolsas e dos juros. 

Da mesma maneira, se vê o que é verdade entre a afirmação de Aécio de que extinguiria o "fator previdenciário", criado no governo Fernando Henrique com prejuízo para os aposentados, e o desmentido do próprio declarante à declaração. É evidente que o grupo de criadores do "fator" não o eliminaria, se voltasse ao poder. 

Aécio disse e se desdisse menos de 24 horas depois de encantar-se com este achado: "Uma candidata mente e a outra desmente". Para louvá-lo com o mesmo verbo, pode-se dizer que Aécio consegue fazer sozinho o que precisa das duas: mentiu duas vezes, quando anunciou o fim do "fator" e quando desmentiu o anúncio. 

O que não expôs sobre política externa, talvez por considerar que a continuidade é óbvia, Dilma reafirmou em três ocasiões nos últimos dois dias: uma entrevista; a recusa à adesão do Brasil a um acordo extravagante sobre desmatamento (só 32, de 123 presidentes reunidos, o assinaram) e, ainda, o discurso na ONU. Os comentários imediatos, aqui, só viram o lado de projeção da candidata, no caso dos aecistas; e a oportunidade de relembrar a ecológica Marina, no caso da própria. 

O principal sentido das falas de Dilma foi o de consolidar para o mundo, no solo mais apropriado, a política externa de afirmação da soberania brasileira. E, portanto, de recusa ao sistema de necessário alinhamento aos Estados Unidos. Foi relevante, nesse significado das falas, que suas críticas à diplomacia dos caças americanos se fizesse quando Obama mal acabara de mandá-los bombardear território da Síria. E ainda aguardava as reações mundo afora, insistindo no discurso indulgente de que os Estados Unidos não estavam sozinhos na decisão de atacar os extremistas do movimento Estado Islâmico. 

No capítulo das relações brasileiras com o governo Obama, as posições expressas por Dilma soaram como sinal de dificuldades maiores. As meias palavras de meia solidariedade ditas a Dilma por Obama, depois das revelações de Snowden, são coisas passadas e incompletas. E há um problema subjacente e de difícil dissimulação: o desprezo ostensivo de Obama pela bem-sucedida intermediação que, a seu pedido, Lula e o turco Erdogan fizeram com o Irã. 

Na ocasião, foi um espanto internacional. Até porque o entendimento aceito pelo Irã era muito maior do que o acordo enfim concretizado com os Estados Unidos. Mas ninguém abordou ainda esse assunto a partir das revelações de Snowden. Se o governo americano violava todas as comunicações da Presidência brasileira, não há por que duvidar de que entre Lula e Erdogan alguém disse algo demais. E os dois, se não disseram, ouviram do iraniano Ahmadinejad e concordaram.

do Blog SQN

"Crise? Que crise? Ah, a da Globo!" .


 

Empregos em alta e preços em baixa. O problema é a Urubóloga

 

  
​O Conversa Afiada reproduz artigo de Clemente Ganz Lúcio, Diretor Técnico do DIEESE:



Números contradizem onda de pessimismo com economia brasileira


Estamos em pé, gerando empregos, com preços caindo e variação positiva do PIB




Há algum tempo, dados e declarações que procuram demonstrar que há no Brasil grande crise e descontrole da economia ganharam destaque: o país está em recessão (técnica!), a inflação, descontrolada, o desemprego chegou, o déficit comercial subiu etc.


A vida não anda fácil no mundo e no Brasil, é verdade. A partir de 2007/2008, as economias desenvolvidas provocaram a mais grave crise do capitalismo desde 1929. “A grande recessão”, segundo economistas, trouxe aos países desenvolvidos alto desemprego, arrocho salarial, perda de direitos e da proteção social como remédio para a crise.


A atividade econômica caiu nos países em desenvolvimento e a China passou a mostrar seu poder econômico. Com políticas anticíclicas, o Brasil permaneceu em pé, garantindo empregos, preservando salários e políticas sociais, bem como protegendo e incentivando a atividade produtiva. É muito difícil enfrentar essa crise. Há acertos e erros que fazem parte do risco de quem governa e decide diante de tantas incertezas.


O Brasil enfrenta inúmeros desafios de curto prazo: a pressão dos preços internacionais de alimentos; a severa seca, a mais grave dos últimos 60 anos, que comprometeu a safra agrícola, elevando preços de insumos, alimentos e energia elétrica; a Copa do Mundo, que reduziu a quantidade de dias úteis, com impacto sobre a atividade econômica; a desvalorização do Real (R$ 1,6 para R$ 2,3 por dólar), que ajuda a proteger a indústria, mas tem impactos sobre preços; a queda na receita fiscal do governo; a redução na venda de manufaturados para a Argentina; a China ganhando espaço comercial na América Latina e no nosso mercado interno; a enorme pressão dos rentistas pelo aumento dos juros, entre outros.


Apesar disso, os números da atual conjuntura evidenciam que ainda estamos em pé, senão vejamos:


·      No primeiro semestre de 2014, houve aumento salarial em 93% das Convenções Coletivas, com ganhos reais entre 1% e 3%;


·      O preço da cesta básica caiu nas 18 capitais pesquisadas pelo DIEESE, entre julho e agosto (-7,69% a -0,48%).


·      O Índice do Custo de Vida do DIEESE, na cidade de São Paulo, variou 0,68% em julho e 0,02% em agosto, arrefecendo.


·      O mercado de trabalho formal criou mais de 100 mil postos de trabalho em agosto.


·      O comércio calcula que serão criadas mais de 135 mil vagas no final do ano.


·      O BC estimou a variação positiva do PIB para julho em 1,5% e indicou trajetória de queda da inflação.


·      A atividade produtiva da indústria cresceu 0,7% em julho.

A ciência dos números é insubstituível para dar qualidade ao debate público e apoiar um olhar criterioso sobre a dinâmica da realidade. O desafio é correlacionar as informações para produzir o conhecimento e compreender o movimento do real.


do Blog do ContrapontoPIG