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domingo, 31 de agosto de 2014

Marina já ganhou R$ 1,6 milhão com palestras em três anos



Sem cargo público, mas com um capital eleitoral de quase 20 milhões de votos depois de perder a última eleição presidencial, a ex-senadora Marina Silva abriu em março de 2011 uma empresa para proferir palestras e faturou R$ 1,6 milhão com a atividade até maio deste ano. 

Marina sempre manteve em segredo os detalhes sobre a atividade que virou sua principal fonte de renda desde que deixou o Senado. 

Agora candidata à Presidência da República, ela aceitou revelar o valor de seus rendimentos após questionamentos da Folha de São Paulo. 

Em pouco mais de três anos, Marina diz que assinou 65 contratos e fez 72 palestras remuneradas. 

Ela se recusa a identificar os nomes das empresas e das entidades que pagaram para ouvi-la, alegando que os contratos têm cláusulas de confidencialidade. 

No ano passado, a própria Marina pediu a entidades que a tinham contratado para não divulgar seu cachê, como a Folha informou em outubro. 

Folha de São Paulo.

do Blog do Claudio Andrade

"O programa de governo da candidata da "nova política" propõe a 'autonomia do Banco Central'. Isso significa colocar as raposas para tomar conta do galinheiro. "


Rafael Patto do Facebook 01/09/2014 

O programa de governo da candidata da "nova política" propõe a "autonomia do Banco Central". Isso significa colocar as raposas para tomar conta do galinheiro. 



A "nova política" da Blablarina promete nos levar de novo ao tempo dos juros na casa dos quarenta e tantos por cento. Elevação dos juros significa aumento da dívida pública do país. Elevação dos juros significa fuga de capital do setor produtivo para o setor financeiro. 


Elevação dos juros significa encarecimento do crédito ao consumidor. Com menor oferta de capital para o setor produtivo e menos crédito para o consumidor, há retração da produção industrial e diminuição do consumo. Isso significa DESEMPREGO!!! 

A "nova política" da Blablarina Silva é a ameaça de retorno da recessão econômica que nos massacrava há uma década e meia atrás. 

Também no programa de governo da candidata da "nova política" está expressa a intenção de priorizar as relações comerciais com Estados Unidos e União Europeia, em detrimento do Mercosul e do BRICS. 


Justamente no momento em que as parcerias alternativas que o Brasil vem estabelecendo nos últimos anos começam a dar seus melhores frutos (vide o Novo Banco de Desenvolvimento do BRICS), a "nova política" da Blablarina ameaça nos transportar de volta aos tempos da subserviência ao FMI e ao Banco Mundial... 

Ao invés de afirmarmos nosso protagonismo num mundo multipolar, a "nova política" da Blablarina Silva colocaria o Brasil novamente na condição de capacho do imperialismo estadunidense. 


Ao invés de contribuirmos para a consolidação das bases de uma nova ordem mundial, a "nova política" da Blablarina Silva culminaria no restabelecimento da velha ingerência dos Estados Unidos nas decisões sobre os rumos das nossas vidas. 

Eu não quero ver meu país rifar as conquistas da última década. Voto Dilma porque quero MAIS MUDANÇA E MAIS FUTURO.

do Blog do ContrapontoPIG

Itaú é o banco que mais demite

Por Eduardo Guimarães, no Blog da Cidadania: 

A estreita relação da candidata Marina Silva com o banco Itaú tem chamado até mais atenção do que suas polêmicas propostas, como a de interromper a exploração do pré-sal ou reduzir drasticamente o papel do Estado na economia. Vale, pois, saber mais sobre o comportamento desse banco. 

Para se ter ideia do papel do Itaú na campanha de Marina Silva, no dia 26 de agosto a equipe dela participou de reunião com um grupo de investidores brasileiros e estrangeiros e o evento foi bancado pelo Itau BBA, braço de investimentos do banco Itaú. 


O Itaú, como se sabe, tem entre seus proprietários Maria Alice Setubal, a Neca, que produziu o programa de governo de Marina. 

Questionado pela imprensa por ter feito o evento para promover Marina, o Itaú declarou que promoveu eventos parecidos com Eduardo Campos e Aécio Neves, mas não para Dilma Rousseff, o que mostra que não é Neca Setubal que está na campanha de Marina, mas o banco dela. 

Diante disso, o Blog resolveu saber mais sobre o Itaú

Para tanto, foi ouvir a presidente do Sindicato dos bancários de São Paulo, Juvandia Moreira, baiana de Nova Soure. Juvandia chegou a São Paulo em 1990, cursou e se formou em direito e é pós-graduada em política e relações internacionais. 

Recentemente, Juvandia foi reeleita presidente do sindicato com 82,11% dos votos válidos. Esse apoio expressivo a credencia a expressar o sentimento da categoria sobre a eleição presidencial. 

Confira, abaixo, trechos da entrevista 

Os bancários já têm uma preferência eleitoral majoritária e coesa ou esse é um assunto que ainda está sendo discutido pela categoria? 

Os bancários de SP e os do Brasil inteiro mantêm a conferência nacional dos bancários e obviamente nós discutimos a eleição porque se trata do futuro do Brasil. Uma categoria como a dos bancários não pode se omitir, mas estou lhe dizendo da posição das pessoas e não uma posição oficial do sindicato, que não se pronuncia oficialmente sobre eleições. 

Nós, bancários, fizemos, enquanto categoria profissional, reflexão do que estava em jogo, quais são os projetos que estão colocados e qual seria a nossa posição, e ela é a de apoiar a reeleição da presidenta Dilma. Por que? Porque antes dela e do presidente Lula o país estava submetido a um projeto neoliberal que estava piorando a vida do trabalhador, com desemprego, privatizações, inflação mais alta… 


Nós tivemos, nos últimos 12 anos, um governo que promoveu uma política de aumento do nível de emprego, do valor dos salários e de inclusão social. Uma Política que consideramos benéfica ao trabalhador brasileiro porque, ao longo desse período, nossa categoria teve aumentos reais de salário e recuperação do nível de emprego. 

Na década de 1990, nós não podíamos nem fazer greve por conta do desemprego alto. Com Lula e Dilma, tudo mudou. 

Recentemente, você se reelegeu presidente do Sindicato dos Bancários de SP. Na sua campanha à reeleição, o tema sucessão presidencial constou de sua plataforma? Ou seja: quando você fala na sua posição política pessoal, o apoio à sua reeleição significa que a categoria bancária concorda com ela? 

Nossa chapa foi reeleita com 82% dos votos. Então, a categoria bancária nos conhece, sabe das nossas posições políticas. 

Qual é o contingente de bancários paulistas sindicalizados? 

Nós temos 130 mil bancários, em São Paulo. Sindicalizados, incluindo aposentados etc., são mais de 60 mil. E se não fossem as demissões no setor nós teríamos muito mais associados ao sindicato. A rotatividade no setor impede que cresça mais o contingente de trabalhadores sindicalizados. 

Você já me respondeu qual é a sua posição política e disse que tal posição é compartilhada ao menos pelos 82% da categoria que votaram em sua candidatura. Agora, estamos vendo uma ascensão muito forte da candidatura Marina Silva. Como os bancários enxergam a possibilidade de ela se eleger presidente? 

Entendemos que o projeto de Marina não tem nem os mesmos compromissos do projeto de Dilma e tampouco condições políticas de implementar suas propostas, ainda que nós discordemos de grande parte dessas propostas. 

Qual é a nossa crítica às outras candidaturas com chances na eleição? É o que essas candidaturas representam. No caso de Marina, inclusive, falta força política para realizar tanto o que apoiamos quanto o que não apoiamos em suas propostas.  

Que medidas a Marina poderia tomar que você considera que seriam danosas? Por exemplo, a anunciada independência do Banco Central. Como é que os bancários veem uma medida dessas, que teria tanto impacto no setor de vocês? 

Historicamente (desde 1992), os bancários têm uma posição contrária à autonomia do Banco Central. O governo tem que fazer política econômica e a autonomia retira dele essa possibilidade. 

A independência do BC interfere no emprego ao interferir na política industrial, na política de câmbio. Aliás, nem nos Estados Unidos você tem um Banco Central independente. 


O que você acha de Marina ter o banco Itaú dentro de sua campanha? 

Acho que é o Itau que está na campanha de Marina, não só a sua dona. Todos têm lido as críticas públicas que o Itaú, enquanto instituição, faz ao governo e à política econômica da presidente Dilma. 

Já faz mais de um ano que o economista-chefe do Itaú tem feito críticas à política econômica e tem oferecido “soluções” que propõem desemprego e recessão para combater a inflação, por exemplo. 

Os bancos ganham com políticas de combate a inflação nos moldes que o Itaú propõe porque essas políticas se baseiam quase exclusivamente em aumentar os juros que esses bancos cobram. 

O Itaú foi multado pesadamente por sonegação de impostos e com a anuência do governo Dilma. Você acha que essa multa tem alguma relação com a posição política que o banco adotou? 

Não sei se foi só por isso, mas é claro que a multa pesou. Mas é, também, porque o banco não gosta da política econômica de Dilma. Sobretudo a forte redução da taxa Selic até o ano passado, mesmo que depois tenha subido. 

Por que o governo multou o Itaú em 18 bilhões de reais? 


Por causa da fusão com o Unibanco. Nesse processo de fusão, em resumo, tem sonegação, tem cálculo errado dos impostos a pagar, mas cabe recurso da multa. 

Um banco como o Itaú, que está tendo tanta influência na campanha eleitoral, que está bancando Marina Silva, como é que essa instituição se relaciona com os trabalhadores que contrata? 

O banco que mais tem dado problema ao sindicato dos bancários nos últimos anos tem sido o Itaú por conta do grande número de demissões que fez. Se a gente olhar os últimos três anos, o Itaú eliminou 17 mil postos de trabalho. Em 2004, tinha 104 mil trabalhadores e tem hoje 87 mil. Isso apesar de o lucro que teve no primeiro semestre ter crescido 33% em relação ao mesmo período do ano passado. Foi o banco que mais demitiu. 

Essa conduta do Itaú de demitir tanto é só dele ou é do sistema bancário? 

Se você olhar os últimos anos, o Itaú foi o banco mais agressivo em termos de demissões. Repito: é o banco com o qual o sindicato mais teve problemas. E, depois do Itaú, o banco que mais demitiu foi o Santander.

Postado por Miro

LGBT e a bipolaridade de Marina

Por Conceição Lemes, no blog Viomundo: 

Nessa sexta-feira 29, Marina Silva, candidata do PSB à Presidência da República, divulgou o seu programa de governo. Um calhamaço de 245 páginas. 

No capítulo LGBT, ela promete, entre outras coisas:

Apoiar no Congresso “propostas em defesa do casamento civil igualitário, com vistas à aprovação dos projetos de lei e da emenda constitucional em tramitação, que garantem o direito ao casamento igualitário”. Uma referência à “aprovação dos projetos de lei e da emenda constitucional em tramitação, que garantem o direito ao casamento igualitário na Constituição e no Código Civil.” 

“Articular no Legislativo a votação da PLC 122″. O objetivo desse projeto de lei, que tramita desde 2006, é equiparar o crime de homofobia ao racismo, com a aplicação das mesmas penas previstas em lei. 

Em menos de 24 horas após o lançamento oficial do programa, pressionada por lideranças evangélicas, ela recuou. 

Alegando “falha processual na editoração do texto” divulgado, Marina emitiu nota oficial para retificar o que havia prometido em relação à defesa dos direitos da comunidade homossexual. 

Na proposta modificada, diz que vai “garantir os direitos oriundos da união civil entre pessoas do mesmo sexo”. 

Em outras palavras: vai se limitar a cumprir determinações legais já existentes, que surgiram do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que reconhecem a união civil entre pessoas do mesmo sexo e obriga os cartórios a registrar essas uniões. A promessa, portanto, apenas informa que a determinação do Supremo será cumprida. 

O que os gays reivindicam é uma lei que garanta o direito à união na Constituição. Isso os deixaria livres de mudanças nas interpretações do STF e do CNJ. Portanto, teriam mais segurança. 

“O Malafaia [pastor Silas Malafaia] tuitou umas três ou quatro frases e Marina sucumbiu ao fundamentalismo”, avalia Toni Reis. 

“Ela tem bipolaridade ideológica. Num dia, ela fala uma coisa, no dia seguinte faz tudo diferente, de forma extremamente demagógica. Se em relação a uma questão específica, como os direitos da comunidade LGTB, ela age assim, imagine o que é capaz de fazer nas questões econômicas, nos programas sociais, nos programas do Ministério da Educação.”


 

Toni Reis é secretário de Educação da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT). Vive junto com David Harrad em Curitiba (PR) há 25 anos. 

Hoje, mais cedo, recebi um texto seu elogiando a candidata do PSB à Presidência da República. Você dizia: “Marina Silva, estou espantado, surpreso e incrédulo com seu Programa de Governo para a comunidade LGBT”. 

Foi isso mesmo. Ontem, quando li essa parte do programa, achei realmente muito bom. Na hora, pensei em escrever. Mas, depois, achei melhor fazer hoje. Reuni minha família - meu marido e meus filhos - para comentar isso. Publiquei o meu texto. Umas duas horas depois veio a nota do PSB, desdizendo o que estava no programa. A nota dizia que era uma errata. 

A coordenação da campanha disse que houve “falha processual na editoração do texto” divulgado. 

Errar uma ou outra palavra, tudo bem. Mas mudar pontos vitais para a comunidade LGBT, não é errata. A proposta que estava no programa é a do Partido Socialista Brasileiro. O coletivo LGBT do PSB é muito bom. Eu confio muito neles, trabalho muito bem com eles. Agora, o que a Marina quer mudar a posição do partido sobre essa questão. 

O que achou das alterações? 

Estou estarrecido. O Malafaia tuitou três ou quatro frases e a Marina sucumbiu ao fundamentalismo. Ela tem bipolaridade ideológica. Num dia ela fala uma coisa, no seguinte faz tudo diferente, de forma extremamente demagógica. 

Aí, eu fico imaginando. Se numa questão tão específica, como os direitos da comunidade LGBT, ela está fazendo isso, imagine o que ela pode fazer nas questões econômicas, nos programas sociais, nos programas do Ministério da Educação.  
Agora, realmente , não dá para confiar no que a Marina falar. Ela pode no outro dia fazer uma errata do que falou anteriormente. 

Ela não é candidata a síndica de um prédio de quatro andares… Nós estamos entre as maiores economias do mundo! 

A que atribui essa mudança? 

Instabilidade, insegurança, incoerência, inconsistência. Para mim, neste momento, a palavra que melhor define a Marina é bipolaridade ideológica. Ela muda de posição conforme o humor das ondas. 

Para ser candidata à presidência é preciso um mínimo de coerência. E coerente por coerente o Aécio é mais coerente que a Marina. 

Com este episódio, ela realmente mostrou uma outra cara. 

Eu insisto. Se ela pensa dessa forma de um tema tão importante que atinge 10% da população, imagine em questões econômicas. Será que ela vai transferir a sede do Banco Central para Nova York? Será que ela vai fazer o que está falando? Fica uma insegurança política. 

E as demais candidaturas? 

Nós estamos acompanhando todas. Eu apoio o projeto do presidente Lula, que por sua vez apoia a presidenta Dilma. Ideologicamente a minha candidata é a Dilma. 

Mas quando vem uma proposta bacana a gente tem que elogiar. Foi o caso dessa da Marina. Mas aí teve toda essa transformação. 

Esperamos que as pessoas percebam que o discurso da Marina é falacioso.

Postado por Miro

Marina, muito além do jardim: Marina e a tragédia de Collor que se repete como farsa



Aqueles de minha geração que viram “Muito além do jardim”, com o inigualável Peter Sellers, não terão se surpreendido com o fenômeno Marina Silva das últimas semanas. A média da opinião pública está sempre preparada para ouvir e aplaudir o que ela própria pensa. Um fenômeno político capaz de dizer que “vai governar com os melhores”, e não com os partidos, é capaz de declarar solenemente que primeiro vem a primavera, depois o verão, depois o outono e, finalmente, o inverno. Do que resultam longos, longos aplausos!


Esse fenômeno burlesco não teria existido caso uma classe dominante essencialmente estúpida não se mobilizasse junto com a grande mídia para tentar liquidar o governo do PT, mesmo diante do fato óbvio de que Dilma é a última das petistas dos governos PT. É que a classe dominante, ela mesma influenciada pela mídia, não consegue explicar a si mesma a raiva que tem de Dilma. Foi largamente beneficiada por investimentos, desonerações fiscais, PPPs, terceirizações, tripés macroeconômicos, tudo ao gosto tucano e sob a cartilha neoliberal.


Por que a elite dominante ficou contra Dilma? Sim, isso só se explica pela influência raivosa do partido midiático, verbalizada por ventríloquos como Jabor. Aparentemente as verbas publicitárias para o sistema Globo, embora ainda continuem gordas, minguaram nos governos de Lula e de Dilma. Além disso, vigia à distância, embora infelizmente repudiada no curto prazo, a ameaça de um certo estatuto regulatório para a mídia, na tentativa de controlar os monopólios no setor, inclusive na feitura gráfica de material educacional. Isso levanta a indignação do sistema Globo e da Abril, e o medo do segundo mandato de Dilma, que poderia ficar mais solta em relação à rede de dominação do poder econômico.


Os mais especulativos entre os nossos cidadãos podem coçar a barba e se lembrar da advertência de Platão. Quando falava nos riscos da democracia, o velho pensador sabia do que estava falando. O risco da democracia é a anarquia. A monarquia absoluta e aquilo que conhecemos hoje como ditaduras correm o risco da corrupção e da degeneração. Daí, o governo dos sábios. É o que Marina tenta encarnar com seu governo dos “melhores”. Se ganhar, veremos sua experimentação. Platão, que tentou o governo dos sábios em Siracusa, saiu de lá escorchado a pontapés. Veremos o que acontecerá com Marina!


Em “Muito além do jardim” um jardineiro idiota, apropriado pela força midiática, prepara-se para concorrer à Presidência da República embalado involuntariamente pelos poderosos que sabiam poder manipulá-lo por trás da cena. Não se sabe o fim da história, porque as deliberações “políticas” acabam no momento do enterro do presidente. No nosso caso, parece que o jogo que começou num enterro ainda está em curso. As elites dominantes que tiraram o gênio da garrafa se assustaram com o resultado. O objetivo era bombar Aécio, não uma militante ambientalista que acredita que o problema do Brasil é ter acelerado a exploração do pré-sal, estar integrado no Mercosul e que quer uma revisão e uma moratória no licenciamento ambiental.


É rigorosamente impossível saber como terminará esse processo que oscila entre a tragédia e a pantomima. Temos a experiência de Collor, uma promessa “política” traduzida na forma de um discurso de lugar comum e banalidades prosaicas, com frases de efeito, sem conteúdo, que ganhou o gosto do povo. Conhecemos o resultado, mas temos visto também que isso não basta para evitar um novo experimento extravagante. Marx escreveu que a história muitas vezes acontece como tragédia, e se repete como farsa. Tivemos, com Collor, uma tragédia. Veremos o que acontecerá em frente, se a ameaça Marina se concretizar.


J. Carlos de Assis - Economista, doutor em Engenharia de Produção pela Coppe/UFRJ, professor de Economia Internacional da UEPB, autor de mais de 20 livros sobre Economia Política Brasileira.
No GGN


do BLOG DO SARAIVA

Não me engana, que eu não gosto: meu voto é DILMA 13!

 

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do Blog TUDO EM CIMA

domingo, 24 de agosto de 2014

Marina no JN: Bonner planeja “espancar” morto Eduardo Campos para ressuscitar tucano Aécio Neves

Às favas o pouco de escrúpulo que resta! Resta? Existe algum escrúpulo na TV Globo? Na quarta (27), Bonner e Poeta, no JN, deverão partir para o ataque contra Marina Silva. O tema deverá girar em torno do jato que caiu e matou Eduardo Campos. Sem condição de defesa, o morto deverá ser acusado de caixa 2 – de não ter declarado a aeronave na prestação de contas [poderia fazê-la até o segundo turno, conforme a legislação eleitoral]. A tese da velha mídia abutre é que isso seria motivo para cassação da candidata do PSB à Presidência da República. Ou seja, vale até espancar o morto para garantir o senador tucano Aécio Neves no segundo turno contra a presidenta Dilma Rousseff.
Às favas o pouco de escrúpulo que resta! Resta? Existe algum escrúpulo na TV Globo? Na quarta (27), Bonner e Poeta, no JN, deverão partir para o ataque contra Marina Silva. O tema deverá girar em torno do jato que caiu e matou Eduardo Campos. Sem condição de defesa, o morto deverá ser acusado de caixa 2 – de não ter declarado a aeronave na prestação de contas [poderia fazê-la até o segundo turno, conforme a legislação eleitoral]. A tese da velha mídia abutre é que isso seria motivo para cassação da candidata do PSB à Presidência da República. Ou seja, vale até espancar o morto para garantir o senador tucano Aécio Neves no segundo turno contra a presidenta Dilma Rousseff.
Os jornalistas William Bonner e Patrícia Poeta já têm prontas as perguntas que farão na próxima quarta-feira (27), na bancada do Jornal Nacional, a Marina Silva, candidata do PSB à Presidência da República.
A mídia abutre não faz jornalismo imparcial como vende aos mais desavisados. Pelo contrário. Atua como linha auxiliar de seu candidato tucano Aécio Neves.
A Globo deverá centrar fogo no episódio da aeronave que caiu em Santos, no último 13 de agosto, que vitimou o ex-governador Pernambucano e presidenciável Eduardo Campos.
De santo, em apenas duas semanas, o ex-candidato socialista deverá ser carimbado pela emissora como “corrupto”. Detalhe: sem chance de defensa ao defunto!
A mídia abutre não faz jornalismo imparcial como vende aos mais desavisados. Pelo contrário. Atua como linha auxiliar de seu candidato tucano Aécio Neves.
Se o projeto de levar o senador mineiro ao segundo turno está ameaçado, de acordo com as pesquisas, às favas o pouco de escrúpulo que resta!
Bonner deverá insistir na tese de que o jato utilizado na campanha de Campos era fruto de caixa 2. Apontará que a prática do morto poderá causar a cassação da candidatura de Marina.
A velha mídia abutre — Globo, Veja, Folha. Estadão, etc. — não deseja a cassação da candidata do PSB. Querem-na fritando, se arrastando na disputa, com objetivo de garantir o segundo turno para Aécio. Por isso estimula a judicalização de sua condição de candidata à Presidência da República.
Outro ponto que Bonner abordará, com certeza, tem a ver com os conselhos populares. Marina Silva, assim como PT e Dilma, defende a criação de mais canais diretos com a sociedade. Por isso elas pretendem privilegiar a realização de plebiscitos. Para os abutres da mídia e do JN em especial, isso não passa de “cubanização” ou “chavismo” no país.
do Blog do Esmael