REGULAÇÃO DA MIDIA,JÁ!

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PARA ACABAR COM O MONOPÓLIO

quarta-feira, 4 de março de 2015

Ai que saudades que eu tenho da valentia do Álvaro Dias (PSDB)


Por onde andam os valentões do PSDB paranaense? 

Sumiu. Não vejo mais as postagens do Álvaro Dias, nem do Fernando Francischini, o valentão que acoca e sai na moita quando os movimentos sociais abrem o bico. 

De repente a república paranaense made in Paraguai emudeceu. 

Cadê os valentões que davam entrevista de revólver na cintura? 

E o Beto Richa, hein, um exemplar tucano feito a facão para aplicar o choque de gestão tucano?! Tomaram doril. 

E também estão perdendo um amigo e parceiro desde os tempos do Banestado, Alberto Youssef… 

Mesmo com toda ajuda dos Delegados e Procuradores de Aluguel, o PSDB paranaense já está cruzando a Ponte da Amizade. 

A amizade com os golpistas paraguaios poderá servir para pedirem asilo. 

Nem o lago da Itaipú será grande o suficiente para abrigar as sujeiras destes paranaenses. 

De que adiantou incluir os mortos se o vivos já estão fugindo, trotando pelas sombras com o rabo entre as pernas?!


Senador Álvaro Dias (PSDB) é citado na Lava Jato

AD03032015

Às vésperas da divulgação de uma lista com nomes de polílticos envolvidos com a corrupção e desvios bilionários na Petrobras, o doleiro Alberto Yousseff volta a delatar o pagamento de propinas para os partidos da direita, entre eles o PSDB, o PSB e o PP. 

Em um outro trecho da delação premiada na Operação Lava Jato, vazado para a mídia conservadora, Youssef indica o pagamento de comissões irregulares para integrantes daquelas legendas. 

Segundo afirmou à Polícia Federal (PF), o senador Ciro Nogueira (PP-PI), atual presidente do PP, o deputado federal Eduardo da Fonte (PP-PE), o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB), que morreu em um acidente de avião, em agosto último, e o ex-presidente do PSDB Sérgio Guerra, vítima de um câncer fatal, no ano passado, receberam subornos dos empreiteiros. 

Caciques do PP, de acordo com a delação premiada, teriam recebido subornos entre 2010 e 2011 da construtora Queiroz Galvão em um contrato para implantação de tubovias em Abreu e Lima, de R$ 2,7 bilhões. 

O acerto, diz o delator, teria sido fechado antes da assinatura do contrato, na época sob ameaça de criação de uma CPI sobre a estatal. 

Os R$ 10 milhões de propina também beneficiaram o ex-presidente do PSDB Sérgio Guerra. 

Campos, segundo o doleiro, recebeu igualmente entre 2010 e 2011 R$ 10 milhões pelo contrato do consórcio Conest, formado pelas empreiteiras Odebrecht e OAS, para não criar dificuldades nas obras. 

com informações do Correio do Brasil 

Reunião secreta 

Durante encontro, em num hotel de luxo, na Zona Sul do Rio de Janeiro, o grupo pressionou executivos da Queiroz Galvão a concluir a negociata e ameaçou estimular a criação de uma CPI sobre a estatal, ideia acalentada oposição ao governo da presidenta Dilma, desde 2010. 

Nos dias que se seguiram, a empreiteira fechou o contrato e parte da propina foi paga em doações oficiais a candidatos, segundo o delator. 

O pagamento do suborno em dinheiro, disse Yousseff, teria sido efetuado por Fernando Soares, o Baiano, também preso na Lava Jato. 

As partes negociaram que R$ 10 milhões, total pago ao grupo, seriam destinados a “impedir a realização da CPI da Petrobras”, diz o corrupto confesso, em seu depoimento, conforme vazado, nesta terça-feira. 

Um dos beneficiários desse dinheiro teria sido o ex-presidente do PSDB Sérgio Guerra. 

A parte do butim que coube ao PSDB, ainda de acordo com o depoimento, teria sido entregue ao senador Álvaro Dias (PSDB-PR), para a compra de um terreno, no Rio de Janeiro, pela quantia de R$ 3 milhões. 

A área comprada teria sido revendida para a Petrobras, meses depois, por mais de R$ 40 milhões. (matéria aqui) 

O delator também afirmou que o então governador pernambucano Eduardo Campos recebeu entre 2010 e 2011 o total de R$ 10 milhões em propina paga no contrato do consórcio Conest, formado pelas empreiteiras Odebrecht e OAS, para as obras da Refinaria Abreu e Lima. 

A propina teria servido para que ele “não criasse dificuldades nas obras”, segundo Yousseff. 

A Odebrecht teria sido responsável pela propina, no valor de R$ 30 milhões, e o total foi dividido entre Campos, Costa e o PP, disse o doleiro. 

O valor recebido por Campos teria sido entregue a um emissário do ex-governador, no Recife. 

Ligações clandestinas 

Em outro depoimento, o suspeito Leonardo Meirelles, apontado como “testa de ferro” do doleiro no laboratório Labogen, também indicou o envolvimento do PSDB no esquema de corrupção da Petrobrás desbaratado pela Operação Lava Jato da PF. 

Em depoimento prestado na à Justiça Federal no Paraná, Meirelles confirmou que o doleiro trabalhou, dentro do esquema da Petrobrás, também para o PSDB, além de PT, PMDB e PP, partidos governistas que haviam sido apontados por Youssef e pelo ex-diretor da estatal Paulo Roberto Costa. 

Meirelles disse ainda ter presenciado uma conversa telefônica de Youssef na qual Sérgio Guerra(PSDB) era mencionado. 

Esta acusação também foi feita por Costa no âmbito da delação premiada ao Ministério Público Federal. 

No caso de Meirelles, a referência ao PSDB foi feita após seu advogado, Haroldo Nater, questionar sobre o envolvimento de outras legendas no esquema além de PT, PMDB e PP. 

O homem apontado como “testa de ferro” de Youssef afirmou ainda que haveria um segundo tucano envolvido no esquema, além de Guerra, indicando a participação do senador Álvaro Dias. 

Embora não o tenha citado, nominalmente, deixou antever os fatos já citados em outras investigações da PF. 

Meirelles disse, no entanto, se tratar de alguém que é conterrâneo do doleiro. 

Álvaro Dias, senador reeleito do PSDB fez a carreira política em Londrina, no interior paranaense, cidade natal de Youssef. 

Dias, que integrava a CPI da Petrobrás que funcionou em 2009, nega manter qualquer relação com o doleiro. 

Durante oitiva realizada, no âmbito do processo, seu advogado perguntou especificamente sobre a ligação com Guerra. 

Foi então que respondeu ter presenciado uma conversa de Youssef em que ele citou ao telefone o ex-presidente do PSDB. 

– Em uma das ocasiões eu estava na sala, teve um contato telefônico do Alberto Youssef quando do qual surgiu o nome (Sérgio Guerra). Faltava um ajuste, alguém não estava reclamando, estava atribuindo alguma coisa que não estava acontecendo, que não estava caminhando em virtude do que tinha uma coisa do passado que estava parado – disse Meirelles.

(Correio do Brasil / BR 29)

do Blog Ficha Corrida

A grife preconceituosa de Luciano Huck


"Loja online do apresentador global colocou à venda modelos com estampas como “Vem ni mim que eu tô facin” (disponível para crianças) e “Salvem as baleias que eu salvo as sereias”

Anna Beatriz Anjos e Jarid Arraes, Revista Fórum 

A marca “Use Huck”, de propriedade do apresentador global Luciano Huck, está envolvida em mais uma polêmica nas redes. 

Após ser criticada por ter lançado camiseta com a estampa “Somos todos macacos”, aproveitado-se do episódio de racismo sofrido pelo jogador Daniel Alves no ano passado, agora podem ser encontrados no site da grife modelos tão controversos quanto. Em um deles, voltado ao público infantil, é possível ler os dizeres “Vem ni mim que eu tô facin”

Para a psicóloga Aline Couto, a estampa é inadequada e reforça a sexualização precoce de crianças. “Se fosse uma estampa de uma camiseta para uma adulta [modelo também vendido pela loja online] já seria preocupante, pois objetifica com o puro e simples objetivo de vender. 

Pior ainda sendo pra uma criança. 

Já somos suficientemente julgadas pelo que vestimos enquanto adultas e dói ver uma marca fazendo dinheiro em cima dessa objetificação para uma criança”. 

Couto chama atenção para o risco de encararmos mensagens como essa de forma puramente humorística. “É certo que mais dia ou menos dia uma menina que veste isso porque os pais acham ‘engraçado’, ‘espirituoso’, vai aprender, e não de um jeito engraçado, que usam nossas roupas para justificar abusos. Começar com isso na infância é cruel. Tem muita gente discutindo os impactos da sexualização precoce na infância, mas coisas como essa camiseta aí passam por ‘brincadeirinha’”, argumenta. 

Outra estampa que levantou questionamentos exibe as palavras “Salvem as baleias, eu salvo as sereias”, o que pode insinuar uma mensagem gordofóbica de deboche contra mulheres gordas. 

Para Polly Barbi, editora do portal Lugar de Mulher, a intenção é facilmente identificável. 

“Muita gente pode vir com aquele papo de ‘que isso, imagina, estavam só falando das sereias’. 

Mas quem é gorda sabe muito bem do que se trata”, considera. 
(Divulgação)
Em outro modelo, há a frase “Quando um não quer, o outro insiste”. 

Ativistas feministas advertem que isso pode reforçar a cultura do estupro, por reproduzir a ideia de que a negação não é suficiente para interromper uma investida sexual. 

Situação parecida ocorreu com propaganda veiculada pela Skol na véspera do Carnaval, quando a cervejaria espalhou cartazes com os dizeres “Esqueci o ‘não’ em casa”. 

A peça, de tão criticada, foi retirada de circulação e trocada por outra. 
(Divulgação)

A reportagem da Fórum tentou contato telefônico com a Use Huck, mas até o fechamento desta nota não foi atendida."

do Blog Brasil!Brasil!

Petrobras bate novo recorde na produção de gás natural


A Petrobras bateu novo recorde na produção de gás natural em janeiro, com a marca de 96,6 milhões de metros cúbicos por dia (m/dia). 


Segundo dados divulgados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), nesta terça-feira (3), foi registrado um crescimento de 20,2%, em relação ao mesmo período do ano passado. 

O resultado ultrapassou o recorde anterior, de dezembro de 2014, cuja produção atingiu 95,1 milhões (m/dia). 

Um aumento de 1,5% em comparação com janeiro. 

A produção de petróleo também teve forte alta, com crescimento de 20,3% em relação ao mesmo mês de 2014. 

O mês de janeiro foi ainda de alta com a produção total de petróleo e gás natural, com aproximadamente 3,077 milhões de barris de óleo equivalente, que compreende petróleo e gás natural. 

Deste total, 2,469 milhões de barris diários foram de petróleo, e 96,6 milhões de metros cúbicos fecharam a produção recorde de gás natural. 

A produção do pré-sal foi 670,1 mil barris por dia de petróleo e 24,5 milhões de metros cúbicos por dia de gás natural, totalizando 824,2 mil barris de óleo equivalente diários, com aumento de 1% em relação ao mês anterior. 

Em pronunciamento na tribuna da Câmara nesta terça, o deputado Fernando Marroni (PT-RS) comemorou a produção recorde de petróleo e gás natural no Brasil. 

Segundo ele, o resultado serve para rebater a campanha de desvalorização da Petrobras por parte da mídia e da oposição. 

“Para a tristeza de muitos que apostam na quebra da Petrobras e, para surpresa de outros que são manipulados a acreditar nos discursos da oposição e de parte da imprensa, a estatal do povo brasileiro bateu um novo recorde na produção de gás natural”,destacou Marroni. 

(Agência PT)

do Blog Na Ilharga

Corrupção na Petrobras: PGR envia lista ao STF com nomes dos políticos envolvidos na operação Lava Jato


O resultado das investigações da Polícia Federal sobre o caso de corrupção na Petrobras, na operação denominada Lava Jato, culminou com a prisão dos principais suspeitos. 

Sabemos também, que eles optaram pela chamada delação premiada e revelaram nomes de políticos e de executivos ligados às mais importantes empreiteiras do país, que estariam envolvidas no esquema. 

Desde muito longe essas grandes empresas tem contratos de serviços com a Petrobras. 

Com base nessas investigações, a Procuradoria-Geral da República (PGR) representada por Rodrigo Janot, protocolou nesta terça (3), no Supremo Tribunal Federal, a lista com pedidos de abertura de inquérito a fim de abrir inquérito e dar prosseguimento ao caso, consolidando as provas para determinar o grau de envolvimento e culpabilidade das pessoas envolvidas. 

Na lista, constam 54 nomes de investigados, 28 pedidos de abertura de inquérito e sete pedidos de arquivamento. 



Há muita especulação na imprensa sobre os nomes citados. 

Matéria sobre o assunto no caderno de Política do portal G1, diz que, "segundo o jornal “O Estado de S. Paulo”, o ex-diretor revelou o nome de 28 políticos supostamente beneficiados pelo esquema de corrupção na Petrobras. 

A publicação afirma que entre os mencionados estão o ex-ministros Edison Lobão (Minas e Energia); Antonio Palocci (Fazenda e Casa Civil), Gleisi Hoffmann (Casa Civil) e Mário Negromonte (Cidades); o governador do Acre, Tião Viana (PT); os ex-governadores Sérgio Cabral (Rio) e Eduardo Campos (Pernambuco), além de deputados e senadores de PT, PMDB, PSDB e PP. 

Os políticos citados negaram participação". 

Sabe-se ainda, através dos labirintos da mídia, que interlocutores do Planalto informaram à Folha que “o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e Renan Calheiros (PMDB-AL), do Senado, devem ter contra si pedido de inquérito pelo Ministério Público”. 

A gente nunca sabe realmente como acontece, mas diz uma matéria da versão on-line do jornal, que ambos já foram avisados e negaram envolvimento. 

Para ter validade, os pedidos de abertura de inquérito feitos pelo procurador geral da República Rodrigo Janot, incluindo a delação premiada dos denunciantes que optaram por dela se beneficiar, depende da homologação de Teori Zavascki, ministro do Supremo responsável pelos processos da Operação Lava Jato. 

Ele também deve quebrar o sigilo dos nomes dos envolvidos e outras maneiras de se obter novas provas dos delitos. 

É o que normalmente acontece quando um processo de julgamento de corrupção envolvendo políticos, chega ao Supremo. 

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, disse disse na noite desta segunda-feira (2) a um grupo de manifestantes que "quem tiver de pagar vai pagar", em referência aos pedidos de abertura de inquérito para investigar políticos, que tem foro privilegiado. 

O processo todo, até que os ministros do Supremo tribunal federal apurem em definitivo quem serão os “condenados”, deve levar uns três ou quatro anos. 

PGR envia ao Supremo lista com os nomes dos envolvidos na Lava Jato 

Por Marcelo Brandão - Repórter da Agência Brasil Edição: Aécio Amado 

“O Procuradoria-Geral da República protocolou na noite de hoje (3), às 20h11, no Supremo Tribunal Federal (STF), a lista com pedidos de abertura de inquérito a fim de investigar pessoas suspeitas de envolvimento no caso de corrupção da Petrobras. 

Eles foram citados nos depoimentos da Operação Lava Jato. Constam, no total, 54 nomes de investigados e feitos 28 pedidos de abertura de inquérito. 

Nem todos têm foro privilegiado. 

Além disso, foram feitos sete pedidos de arquivamento. 

Os nomes dos envolvidos não foram divulgados. 

Em depoimentos de delação premiada, prestados no Ministério Público Federal e na Polícia Federal, o doleiro Alberto Youssef citou nomes de autoridades com foro privilegiado, como deputados federais e senadores, que, segundo o doleiro, receberam doações em dinheiro oriundo do esquema de corrupção. 

Para ter validade, a delação premiada aguarda homologação do ministro Teori Zavascki, responsável pelos processos da Operação Lava Jato no Supremo. 

As informações prestadas pelo ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa, por meio de delação premiada, também serão analisadas na formulação de denúncia dos envolvidos.” 

Fonte: 247/Folha/G1/EBC 
Imagem: reprodução/Terra/Foto: Ueslei Marcelino/Reuters

do Blog do GUARÁ

Senadora Fátima analisa papel da mídia na política brasileira

A senadora Fátima Bezerra (PT) fez, nesta terça-feira (3/03), no plenário do Senado, um discurso reflexivo sobre o papel da mídia e do Congresso nacional na democracia brasileira.

Segundo a Fátima, o Brasil está passando pelo ápice de um processo de desvirtuamento da política promovido pela mídia hegemônica deste país desde o primeiro mandato do ex-presidente Lula. 

“A mídia oposicionista e os políticos que a representam, uma vez que são por ela orientados, estão mais interessados em seguir pura e simplesmente a lógica e o interesse do mercado do que em defender o interesse nacional, que é o interesse do povo brasileiro. A mídia se porta como o maior e verdadeiro partido de oposição do Brasil. 

Ela quer ser protagonista do país, quer pautar a política e decidir os rumos da nação. 

Mais do que isso: quer ser orientadora da política e o que há de pior nisso é o fato de que alguns políticos simplesmente conduzem o que ela quer”, disse.

Fátima também fez uma defesa do papel da imprensa nacional.

“A imprensa livre é fundamental à democracia, a quem tem o dever de prestar o maior dos serviços que é bem informar, sem manipular a verdade. 

Da imprensa não esperamos que seja neutra, imparcial; basta que não imponha sua versão partidarizada com verdades pretensamente absolutas e pensamento único”, declarou.


Corrupção


Para Fátima, o que vemos hoje não é a defesa da ética na política e o sincero desejo de combate à corrupção, mas um discurso em que utiliza-se da moral para destruir o adversário, tratado como inimigo a ser eliminado da cena política.

“O que sido feito é um discurso falso, porque não passa de uma indignação seletiva, onde escândalos com o mensalão mineiro que se arrasta na justiça desde 1998 e até mais recentemente a “operação sinal Fechado”, denúncias que envolvem figuras políticas do  Rio Grande do Norte, são simplesmente tratados como fatos menores e até mesmo aceitáveis aos olhos desses falsos moralistas”, pronunciou.

“Não compactuamos com a corrupção. 


Devemos sim combatê-la, pois a corrupção na política não se reduz ao desvio do dinheiro público. A corrupção, como apropriação privada do dinheiro público, corrompe a própria ideia de política. Resgatar a dignidade da política passa necessariamente pelo combate à corrupção. Mas não podemos ser ingênuos em achar que todo o problema da política se resolve com o combate à corrupção econômica”, completou.

Fátima defendeu ainda o papel da democracia brasileira.

“Nós, representantes do povo, não temos o direito de nos omitir neste momento. Nosso papel, como representantes, não é simplesmente o de defender os mandatos que exercemos, de defender nossos partidos, de defender um governo de uma presidenta eleita através de um processo eleitoral transparente e legítimo. Nem se trata de defender apenas a Petrobras, mas de defender, acima de tudo a democracia. 

Defender a democracia é defender a soberania popular. E defender a soberania popular é defender a própria política contra seu desvirtuamento”, finalizou.

Leia abaixo a íntegra do discurso da senadora:

“Excelentíssimos senadores, excelentíssimas senadoras, excelentíssimo senhor presidente, Hoje quero iniciar minha fala com a frase de uma das maiores figuras da política deste país, o grande Ulisses Guimarães: 

“Na política o povo é tudo ou é nada. Ou é personagem como cidadão ou é vítima como vassalo.” 

Qual a mensagem de Ulisses Guimarães, traduzida nessa frase? 

A de que o protagonista da política na democracia é o povo, ou seja, de que o fundamento da democracia é o princípio da soberania popular. 

Então, quero iniciar meu discurso trazendo uma necessária reflexão sobre o papel do Congresso nacional na democracia brasileira, convicta de que na democracia qualquer solução para os problemas deve passar necessariamente pela política. 

Afinal, sabemos que história pode nos dar vários exemplos de como todas as vezes que a política foi contornada o resultado foi a tragédia. 

Mas o que estamos vendo atualmente é o ápice de um processo de desvirtuamento da política promovido pela mídia hegemônica deste país desde o primeiro mandato do ex-presidente Lula. 

Uma mídia que se porta como o maior e verdadeiro partido de oposição do Brasil. 

Uma mídia que quer ser protagonista do país, que quer pautar a política e decidir os rumos da nação. 

Mais do que isso: quer ser orientadora da política e o que há de pior nisso é o fato de que alguns políticos simplesmente conduzem o que ela quer. Tomemos um exemplo concreto. 

Na semana passada o editorial do jornal O Globo desqualificou o manifesto em defesa da Petrobras, assinado por figuras da maior importância nas áreas da intelectualidade, artística, política, sindical, jurídica, enfim, um manifesto legítimo em defesa da maior empresa deste país e sobretudo da democracia. 

Desqualificou igualmente o ato que iria acontecer no mesmo dia na sede da Associação Brasileira de Imprensa, no Rio de Janeiro.

O escopo do editorial, na verdade, não passava de uma defesa da mudança do regime de partilha do Pré-sal para o regime de concessão para empresas estrangeiras. 

Então, senhores senadores e senhoras senadoras, temos de um lado, brasileiros e brasileiras defendendo nosso maior patrimônio, que é a Petrobras, e de outro, um jornal do maior grupo de mídia do Brasil defendendo a entrega de nosso passaporte para o futuro, para empresas estrangeiras. Não nos enganemos.

O referido editorial do jornal da família Marinho deixa muito claro, para os mais atentos, que o interesse maior está longe de ser o efetivo combate à corrupção, de punir os corruptos e os corruptores, mas sim destruir a imagem da Petrobras, desmonta-la a fim de mudar o regime de partilha que vai garantir educação de qualidade, salários mais dignos aos professores e perspectiva de futuro às crianças e aos jovens deste país. 

A mídia oposicionista e os políticos que a representam, uma vez que são por ela orientados, estão mais interessados em seguir pura e simplesmente a lógica e o interesse do mercado do que em defender o interesse nacional, que é o interesse do povo brasileiro. 

Pior do que isso:defender interesses estrangeiros em detrimento do povo brasileiro. 

Como disse o jornalista Luiz Nassif em seu blog, “A geopolítica do petróleo não é uma mera teoria da conspiração: é um dado da realidade, por trás dos grandes movimentos políticos do século, especialmente em países que definiram modelos autônomos de exploração do petróleo. 

E as mídias nacionais sempre tiveram papel relevante, não propriamente por convicções liberais e internacionalistas”. 

Senhoras senadoras e senhores senadores, é fato que as elites deste país jamais aceitaram na condução do Brasil um ex-metalúrgico, como não aceitam uma mulher na presidência do país. 

As elites deste país nunca aceitaram e nunca aceitarão um governo trabalhista.

Daí que o discurso moralista exaustivamente utilizado para tirar do poder Getúlio Vargas e João Goulart segue nos mesmos moldes. 

O que vemos hoje não é a defesa da ética na política e o sincero desejo de combate à corrupção, mas um discurso em que utiliza-se da moral para destruir o adversário, tratado como inimigo a ser eliminado da cena política.

Um discurso falso, porque não passa de uma indignação seletiva, onde escândalos com o mensalão mineiro que se arrasta na justiça desde 1998 e até mais recentemente a “operação sinal Fechado”, denúncias que envolvem figuras políticas do meu Estado, são simplesmente tratados como fatos menores e até mesmo aceitáveis aos olhos desses falsos moralistas. 

Assim agem alguns colunistas e órgãos da mídia oposicionista e seus aliados políticos. 

Quem não se lembra da capa de certa revista que tem obsessão em destruir o PT, na qual figurava o ex-senador Demóstenes Torres como um dos “mosqueteiros da ética”? 

Certos colunistas não têm sequer a honestidade intelectual de admitir que a corrupção, por se dar nos subterrâneos da política, só aparece quando investigada. 

Ao contrário de governos em que se engavetava os processos de corrupção, fazendo com que o povo acreditasse que desvios do dinheiro público não existiam, e se existiam não eram significativos, nunca a corrupção esteve tão em evidência como a partir dos governos Lula e Dilma, exatamente porque nunca se investigou tanto neste país. 

Porém, o que a mídia oposicionista trata do tema da corrupção como se esta tivesse sido inaugurada no país a partir dos governos do PT. 

A imprensa livre é fundamental à democracia, a quem tem o dever de prestar o maior dos serviços que é bem informar, sem manipular a verdade. 

Da imprensa não esperamos que seja neutra, imparcial; basta que não imponha sua versão partidarizada com verdades pretensamente absolutas e pensamento único.

É neste sentido que falei no início do meu discurso que o que estamos vendo atualmente é o ápice de um processo de desvirtuamento da política. 

Desvirtuar a política é desmerecê-la, trata-la como atividade sob eterna suspeita. Isso não significa que a política não deva estar sob o julgamento e escrutínio dos cidadãos e que a classe política não tenha que prestar conta dos seus atos. 

Isso é respeitar a cidadania, que nos investiu do poder de representa-la. 

Quando somos eleitos pelo voto para representar o poder do povo não recebemos um cheque em branco, mas a autorização para agir em seu nome. 

O que quero dizer quando afirmo que a chamada grande mídia no Brasil de hoje trata da política como atividade sob suspeita é no sentido de que essa mídia, ao invés de denunciar o que ocorre de errado, ou mesmo de ilícito, desempenhando seu papel de informar e formar uma opinião pública qualificada, simplesmente deforma mentes e corações, promovendo o ódio e uma profunda divisão numa sociedade que já é hierarquizada e carece de laços sociais, necessários para o apoio a políticas de estado e de governo voltadas para a redução da desigualdade e promoção de oportunidades para todos os brasileiros, principalmente os mais pobres.

O que desejam os que hoje fazem o discurso contra a corrupção praticada por funcionários da Petrobras? 

Usar esse fato evidente e que está sendo devidamente investigado, como pretexto para defender a mudança do sistema de partilha para o sistema de concessões, bem como desgastar a imagem da presidenta Dilma a ponto de tentar criar condições sociais para um pedido de impeachment. 

Ora, senhores, sabemos que o impeachment é um julgamento político, não jurídico. 

Todavia, há que ter base jurídica para tanto. E esta, como sabemos, não existe. 

Cito aqui o trecho de uma entrevista com o renomado jurista Lenio Streck, ex-procurador de Justiça e professor titular de Direito Constitucional da Unisinos: 

“Não é proibido falar de impeachment, está na Constituição. Se tem fundamentos, é outra história. 

Há uma questão aí que é chave: impeachment é um processo político. 

Entretanto, não quer dizer que ele não precisa do jurídico. Essa é a grande confusão que as pessoas estão fazendo. Por isso que a Constituição é sábia: embora sejam necessários dois terços da Câmara para o impeachment, é preciso um argumento jurídico forte. 

Esse argumento jurídico não pode ser inventado. 

Sem argumento jurídico não tem impeachment. 

É necessário que haja provas de que houve crime de responsabilidade ou improbidade, e para isso tem que provar o dolo (intenção de cometer o crime). 

Não basta dizer simplesmente que o presidente foi omisso. Tem de haver provas. 

Senão, sempre que a oposição somasse dois terços, poderia derrubar um governante. 

Esse foi o caso do Paraguai, onde o impeachment foi indevido. Foi um golpe.”

O citado jurista contesta o parecer do tributarista Ives Gandra Martins, que afirmava haver base legal para um pedido de impeachment da presidenta Dilma. 

Segundo Streck, “Não basta simplesmente dizer que a lei 1.079, que fala do crime de responsabilidade, está presente. 

Tem que dizer: em que momento, em que circunstância. Neste momento não existe nada concreto. Não há nenhum elemento objetivo para o impeachment.” 

Além disso, como foi amplamente divulgado pela mídia, juristas afirmaram que o referido parecer pecou, sobretudo, pela afirmação de uma suposta base legal para impeachment fundada na culpa. 

Ora, como diz Leni Streck, “Há um ponto chave: a lei de improbidade administrativa exige dolo, isto é, intenção manifesta de fazer tal coisa. Não admite culpa". 

Não obstante a opinião de tantos outros juristas contra o parecer de Ives Gandra, a “defesa do impeachment da presidenta Dilma” é o mote de manifestações que partidos de oposição, auxiliados por essa mesma mídia, estão organizando para o dia 15 de março.

Sem base jurídica e, consequentemente política, manifestações estão sendo organizadas em todo o país a fim de criar um clima de aparência de condições sociais para o impedimento da presidenta. 

Onde fica a responsabilidade dos que apoiam um impeachment sem base legal e jurídica? 

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso disse, segundo a imprensa, que o PSDB apoia a manifestação do dia 15 de março, mas não defende o “Fora Dilma”. 

Ora, senhores senadores e senhoras senadoras, o ex-presidente defende as manifestações em defesa do impeachment sem defender o “Fora Dilma”? 

Como se isso fosse possível. Não querem passar por golpistas, então apoiam uma manifestação que defende o impedimento da presidenta. É o mesmo que querer entrar na chuva sem se molhar. 

A quem querem enganar? 

Senhoras e senhores senadores, nada mais sombrio do que pretender solapar o poder de uma presidenta legitimamente eleita.

Tempos sombrios em que a política deixa de ser avaliada por critérios políticos para ser julgada por critérios pretensamente morais. 

Ora, a política deve ser orientada pela moralidade pública, mas isso não significa que a política seja reduzida à moral. Isso nada tem a ver com a ética na política nem com a ética da política, que é a ética da responsabilidade com a coisa pública. 

 A moral é do âmbito do bem e do mal. 

Por isso o discurso da moral é paralisante, intimidador, discriminatório e muitas vezes carregado de violência simbólica. 

A política reduzida à moral resvala para o moralismo, porque este é seletivo, porque tem a pretensão de definir quem são os “bons e os maus”, para posteriormente criminalizar quem são os escolhidos para serem os “maus”. 

O que quero dizer aqui, neste momento, é que não compactuamos com a corrupção. 

Devemos sim combatê-la, pois a corrupção na política não se reduz ao desvio do dinheiro público. 

A corrupção, como apropriação privada do dinheiro público, corrompe a própria ideia de política. Resgatar a dignidade da política passa necessariamente pelo combate à corrupção. Mas não podemos ser ingênuos em achar que todo o problema da política se resolve com o combate à corrupção econômica. 

Por fim, Senhor Presidente, Senhoras Senadoras e Senhores Senadores, a nós parlamentares está reservado o papel de implementarmos uma das mais importantes ferramentas de combate à corrupção no país e defesa da democracia representativa: a reforma política. 

Não a reforma proposta na PEC 352 que objetiva apenas constitucionalizar o financiamento empresarial de campanhas e partidos, principal fonte da corrupção, entre outros retrocessos. 

Defendemos uma Reforma Política profunda, capaz de enfrentar privilégios e distorções da democracia, inclusive com a convocação de uma Constituinte Exclusiva e Soberana do Sistema Político. 

Nós, representantes do povo, não temos o direito de nos omitir neste momento. 

Nosso papel, como representantes, não é simplesmente o de defender os mandatos que exercemos, de defender nossos partidos, de defender um governo de uma presidenta eleita através de um processo eleitoral transparente e legítimo. 

Nem se trata de defender apenas a Petrobras, mas de defender, acima de tudo a democracia. 

Defender a democracia é defender a soberania popular. 

E defender a soberania popular é defender a própria política contra seu desvirtuamento. 

Aqui volto a citar a frase de Ulisses Guimarães, “Na política o povo é tudo ou é nada. Ou é personagem como cidadão ou é vítima como vassalo". 

Cabe a nós a escolha entre sermos representantes do povo como cidadão ou desempenharmos o papel de vassalos dos interesses que querem que o povo seja mais uma vez a vítima da história”.

do Blog Desabafo Brasil

Ao vivo:Marcha da educação no PR

app_marcha040315.jpgCerca de 30 mil educadores marcham rumo ao Centro Cívico, em Curitiba, onde pretendem acompanhar a sessão da Assembleia Legislativa. Nesta tarde, a partir das 14h30, o secretário da Fazenda, Mauro Ricardo, explicará aos parlamentares o rombo no caixa do governo Beto Richa.

Assista ao vivo pela TV APP.




do Blog do Esmael

"Dia 13: todos às ruas e defender a Petrobras!"

“Defender a Petrobrás é defender um projeto de desenvolvimento do Brasil”




Conversa Afiada - Publicado em 04/03/2015

  

O Conversa Afiada reproduz convite de movimentos sociais:


DIA 13 DE MARÇO – DIA NACIONAL DE LUTA EM DEFESA:

- Dos Direitos da Classe Trabalhadora

- Da Petrobrás

- Da Democracia

- Da Reforma Política




CONTRA O RETROCESSO!

TODOS NA PAULISTA
Avenida Paulista, 901
Horário: a partir das 16h00


Um dos maiores desafios dos movimentos sindical e social hoje é defender, de forma unificada e organizada, o projeto de desenvolvimento econômico com distribuição de renda, justiça e inclusão social. É defender uma Nação mais justa para todos.

Defender os Direitos da Classe Trabalhadora

A agenda dos trabalhadores que queremos ver implementada no Brasil é a agenda do desenvolvimento, com geração de emprego e renda.

Governo nenhum pode mexer nos direitos da classe trabalhadora. Quem ousou duvidar da nossa capacidade de organização e mobilização já viu do que somos capazes.

Defender os trabalhadores é lutar contra medidas de ajuste fiscal que prejudicam a classe trabalhadora.

As MPs 664 e 665, que restringem o acesso ao seguro desemprego, ao abono salarial, pensão por morte e auxílio-doença, são ataques a direitos duramente conquistados pela classe trabalhadora.

Se o governo quer combater fraudes, deve aprimorar a fiscalização; se quer combater a alta taxa de rotatividade, que taxe as empresas onde os índices de demissão imotivada são mais altos do que as empresas do setor, e que ratifique a Convenção 158 da OIT.

Lutaremos também contra o PL 4330, que da maneira como está impostolibera a terceirização ilimitada para as empresas, aumentando osubemprego, reduzindo os salários e colocando em risco a vida dos/as trabalhadores/as.

Defender a Petrobrás

Defender a Petrobrás é defender a empresa que mais investe no Brasil – mais de R$ 300 milhões por dia – e que representa 13% do PIB Nacional. É defender mais e melhores empregos e avanços tecnológicos. É defender uma Nação mais justa e igualitária.

Defender a Petrobrás é defender um projeto de desenvolvimento do Brasil, com mais investimentos em saúde, educação, geração de empregos, investimentos em tecnologia e formação profissional.

Defender a Petrobrás é defender ativos estratégicos para o Brasil. É defender um patrimônio que pertence a todos os brasileiros e a todas as brasileiras. É defender nosso maior instrumento de implantação de políticas públicas que beneficiam toda a sociedade.

Defender a Petrobrás é, também, defender a punição de funcionários de alto escalão envolvidos em atos de corrupção. Exigimos que todos os denunciados sejam investigados e, comprovados os crimes, sejam punidos com os rigores da lei. Tanto os corruptores, como os corruptos.  A bandeira contra a corrupção é dos movimentos social e sindical. Nós nunca tivemos medo da verdade.

Defender a Petrobrás é não permitir que as empresas nacionais sejam inviabilizadas para dar lugar a empresas estrangeiras. Essas empresas brasileiras detêm tecnologia de ponta empregada na construção das maiores obras no Brasil e no exterior.

Defender a Democracia – Defender Reforma Política

Fomos às ruas para acabar com a ditadura militar e conquistar a redemocratização do País. Democracia pressupõe o direito e o respeito às decisões do povo, em especial, as dos resultados eleitorais. A Constituição deve ser respeitada.   

Precisamos aperfeiçoar a nossa democracia, valorizando a participação do povo e tirando a influência do poder econômico sobre nosso processo eleitoral.

Para combater a corrupção entre dirigentes empresariais e políticos, temos de fazer a Reforma Política e acabar de uma vez por todas com o financiamento empresarial das campanhas eleitorais. A democracia deve representar o Povo. Não cabe às grandes empresas e as corporações aliciar candidatos e políticos para que sirvam como representantes de seus interesses  empresariais em detrimento das necessidades do povo.

No dia 13 de março vamos mobilizar e organizar nossas bases, garantir a nossa agenda e mostrar a força dos movimentos sindical e social. Só assim conseguiremos colocar o Brasil na rota de crescimento econômico com inclusão social, ampliação de direitos e aprofundamento de nossa democracia.

Estamos em alerta, mobilizados e organizados, prontos para ir às ruas de todo o país defender a democracia e os interesses da classe trabalhadora e da sociedade sempre que afrontarem a liberdade e atacarem os direitos dos/as trabalhadores/as.


Não aceitaremos retrocesso!

CUT – Central Única dos Trabalhadores
FUP – Federação Única dos Petroleiros
CTB – Central dos Trabalhadores do Brasil
UGT – União Geral dos Trabalhadores
NCST – Nova Central Sindical dos Trabalhadores
CSB – Central dos Sindicatos Brasileiros
UNE – União Nacional dos Estudantes
MST – Movimento dos Trabalhadores Sem Terra
CMP – Central dos Movimentos Populares
MAB – Movimento de Atingidos por Barragem
LEVANTE Popular da Juventude
FAF – Federação dos Trabalhadores na Agricultura Familiar
MNPR – Movimento Nacional das Populações de Rua
FDE – Fora do Eixo
MÍDIA Ninja


do Blog do ContrapontoPIG