REGULAÇÃO DA MIDIA,JÁ!

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segunda-feira, 27 de abril de 2015

A MIDIA BRASILEIRA DEVE PARAR DE SER HIPÓCRITA E O POVO NÃO É BOBO!

Os partidos que mais receberam doações de empreiteiras da Lava Jato



Dos 32 partidos registrados no Brasil, 28 receberam dinheiro das empreiteiras investigadas na Lava Jato nas duas últimas eleições gerais. Confira quanto cada um recebeu e saiba quais são as 4 legendas que não foram beneficiadas pelo chamado “clube do bilhão”

partidos dinheiro operação lava jato
28 dos 32 partidos políticos oficialmente instituídos no Brasil receberam dinheiro de empresas investigadas na Operação Lava Jato
As empreiteiras investigadas na Operação Lava Jato destinaram 70% das doações que declararam à Justiça eleitoral em 2010 e 2014 a candidaturas do PT, do PSDB e do PMDB. Dos R$ 930 milhões (em valores atualizados pelo IPCA/IBGE) repassados por essas empresas, R$ 660 milhões bancaram candidatos dessas três legendas. O PT ficou com R$ 308 milhões (33%), o PSDB com R$ 189 milhões (20%) e o PMDB com R$ 162 milhões (17%).
Essas construtoras financiaram, ainda, outras 25 legendas com R$ 270 milhões. Ou seja, dos 32 partidos registrados no Tribunal Superior Eleitoral, 28 (87%) foram financiados nas duas últimas eleições gerais por empreiteiras acusadas pelo Ministério Público Federal de integrar um cartel para desviar recursos da Petrobras, o chamado “clube do bilhão”. Apenas o Psol, o PCB, o PSTU e o PCO – legendas de esquerda e extrema-esquerda, não foram beneficiadas pelo grupo.
Só no ano passado, PT, PSDB e PMDB tiveram um auxílio de R$ 306 milhões dos grupos Andrade Gutierrez, Camargo Corrêa, Engevix, Odebrecht, OAS, Queiroz Galvão, Galvão Engenharia, Toyo Setal e UTC Engenharia. Dessas, só a Toyo não doou a esses três partidos em 2010. Naquele ano, além das oito construtoras citadas anteriormente, também contribuíram a IESA, a Mendes Junior e a Promon. Juntas, essas 11 empresas repassaram R$ 276 milhões (R$ 353 milhões em valores atualizados) para candidaturas petistas, tucanas e peemedebistas. O levantamento considera as quantias declaradas à Justiça eleitoral.
Financiamento privado
Coordenador do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), o juiz Márlon Reis avalia que a difusão dessas doações entre os partidos enfraquece o argumento da oposição de que apenas o PT se beneficiou da relação com as empreiteiras. “A oposição está devendo à população um comportamento contrário ao do governo. Ela está perdendo a oportunidade de denunciar as doações ilícitas”, diz o juiz.
Para ele, o problema não se restringe a uma sigla ou outra, vem do modelo de financiamento privado. “As doações provenientes de empresas investigadas na Operação Lava Jato desmoralizam todos os que receberam os recursos, mesmo que indiretamente”, afirma Márlon. Parte das contribuições não foi feita diretamente aos candidatos, mas aos diretórios partidários, responsáveis pela distribuição do dinheiro.
Veja abaixo quanto cada partido recebeu das empreiteiras da Lava Jato (valor total referente às eleições de 2010 e 2014):
PT R$ 273.267.851
PSDB R$ 165.833.020
PMDB R$ 143.560.020
PSB R$ 62.188.881
PP R$ 34.504.000
PR R$ 26.917.500
DEM R$ 26.236.300
PDT R$ 21.725.025
PTB R$ 11.742.978
PCdoB R$ 9.655.015
PSD* R$ 9.044.081
PPS R$ 6.227.751
PSC R$ 6.161.556
PV R$ 6.110.000
SD* R$ 5.210.000
PRB R$ 3.985.000
Pros* R$ 1.520.000
PRTB R$ 1.483.000
PTN R$ 1.355.000
PMN R$ 1.133.030
PEN* R$ 1.117.880,00
PTdoB R$ 1.065.774
PTC R$ 831.400
PSL R$ 537.840
PHS R$ 280.000
PSDC R$ 253.901
PRP R$ 89.000
PPL* R$ 55.000
Total 822.090.803
Valores corrigidos 930.315.101,61
*SD, Pros, PEN e PPL foram criados após 2010. Os valores que esses partidos receberam dizem respeito as eleições de 2014.
Congresso em Foco e TSE
do Blog Pragmatismo Politico



Por que a Petrobras sobe tanto (exceto nos jornais, claro)?

petrosobe2
Sem que isso renda, claro, algum tipo de manchete, segue acima de qualquer expectativa a valorização das ações da Petrobras.
No momento em que escrevo, passa de US$ 10 o valor da ADR da empresa em Nova York e a ação ordinária toca os R$ 15 na Bovespa.
Há pouco mais de um mês estes valores eram pouco mais da metade.
Há razões objetivas, – aliás, válidas para a Vale, também – essencialmente a elevação do preço do petróleo (como a do minério de ferro) e razões subjetivas.
Entre estas, a razão é que a campanha de terror sobre a empresa atirou para muito mais baixo o valor de seus papéis, com os espertalhões gritando “vendam, vendam!” e deprimindo preços.
Todo o mercado sabe que aquilo que o balanço da empresa divulgou é muito menos importante como reflexo da realidade econômica da empresa do que como o “preço” que a empresa pagou – o real e o de percepção – por um ano de bombardeio impiedoso.
Da mesma maneira, não se pode fazer projeções irresponsáveis com a disparada das ações da empresa.
Há muito movimento de curto prazo, com gente realizando lucros de compra na baixa ou zerando suas posições que estiveram desesperadoras nos piores momentos.
Mas é fato que estes têm encontrado compradores.
Curioso, não é, que uma empresa que corta seu patrimônio e anuncia prejuízos seja vista com este “otimismo” pelo mercado?
“Enxugamento” da Petrobras e redução (ou postergação) de investimentos e alienação de ativos menos rentáveis eram todos previsíveis desde a queda dos preços do petróleo.
O “mercado” é muito mais esperto que a imprensa. A especulação com a Petrobras não terminou: vai ter alguns dias de “sinal trocado” para tomar (mais) dinheiro dos incautos.
A Petrobras, como o Brasil, precisa voltar à normalidade.

do Blog Tijolaço

‘AUTOCRÍTICA DA GLOBO NÃO TEM PESO PARA A HISTÓRIA’

:
Renomado jornalista e escritor Luciano Martins Costa analisa, em um artigo no portal Observatório da Imprensa, a "espécie de autocrítica" feita pela TV Globo na comemoração de seus 50 anos, primeiro sobre as Diretas Já e depois sobre o debate político entre Lula e Collor em 1989; "A Globo tem necessidade de corrigir, eventualmente, sua trajetória, para que a mão da História lhe seja leve. No entanto, essa espécie de autocrítica conduzida em tom de convescote ao longo da semana não tem peso e seriedade suficientes para um registro nos arquivos do jornalismo, digamos, mais sério", diz; para ele, linha editorial pode ser "mais sutil" hoje, mas continua "tendenciosa"; Costa diz que a história da emissora é "contada pela metade" e cobra explicação do episódio em que ela foi socorrida pelo BNDES

247 - O jornalista e escritor Luciano Martins Costa, um dos mais importante quando se trata de discutir a própria imprensa, minimiza a autocrítica feita pela TV Globo em seu especial de 50 anos, primeiro pela cobertura das Direitas Já e depois pelo debate presidencial entre os ex-presidentes Lula e Collor, em 1989. "Mas, fora do quadro mágico da tela, a verdade é que a história da emissora está recheada de atos de má-fé e manipulações", diz ele.
"Embora se possa dizer que a mais poderosa rede brasileira de televisão se tornou um pouco mais sutil em sua interpretação da realidade nacional, não há como fugir ao fato de que segue produzindo diariamente exemplos de um jornalismo tendencioso que ancora o conteúdo claramente partidário dos outros grandes veículos de comunicação", critica Costa. Ele acrescenta que "a Globo tem necessidade de corrigir, eventualmente, sua trajetória", mas que sua autocrítica não tem peso suficiente para constar na história do jornalismo.
Leia abaixo seu artigo publicado no portal Observatório da Imprensa. Nele, o jornalista também diz que a história da Globo foi contada pela metade, uma vez que o episódio em que a emissora foi socorrida financeiramente pelo BNDES passou "quase em branco". 

Uma história pela metade
Os 50 anos da TV Globo foram lembrados ao longo da semana que passou e celebrados no domingo (26/4), com uma festa para centenas de funcionários no Rio de Janeiro. As inserções de um quadro especial no Jornal Nacional, comandado pelo apresentador e editor William Bonner, serviram para apresentar em doses diárias um resumo da história da emissora, com destaque para alguns episódios controversos em que foi protagonista.
Na terça-feira (21/4), por exemplo, Bonner personificou o mea-culpa da Globo por haver tentado ocultar, em 1984, o comício que marcou, em São Paulo, a campanha pelas eleições diretas para presidente da República. A reportagem sobre a manifestação foi aberta, na ocasião, por Marcos Hummel, então âncora do Jornal Nacional, com o seguinte texto: "Um dia de festa em São Paulo. A cidade comemora seus 430 anos com mais de 500 solenidades. A maior foi um comício na Praça da Sé". Quem estava lá sabia que aquele era um protesto contra a ditadura, pelas eleições diretas, realizado sob ameaça das forças de segurança – e não uma festa de aniversário.
No dia seguinte, foi a vez de tratar da manipulação que ajudou a eleger Fernando Collor de Mello na disputa contra Lula da Silva, na eleição presidencial de 1989. Na ocasião, a Globo concedeu um minuto e meio a mais para Collor, com um texto tendencioso no qual escondeu os melhores argumentos de Lula no debate da noite anterior e exibiu seu oponente como um estadista. Na revisão histórica da semana passada, tudo não passou de um erro de edição, e um compungido Bonner lamentou a "falta de equilíbrio" daquela cobertura.
Mas, fora do quadro mágico da tela, a verdade é que a história da emissora está recheada de atos de má-fé e manipulações.
Embora se possa dizer que a mais poderosa rede brasileira de televisão se tornou um pouco mais sutil em sua interpretação da realidade nacional, não há como fugir ao fato de que segue produzindo diariamente exemplos de um jornalismo tendencioso que ancora o conteúdo claramente partidário dos outros grandes veículos de comunicação.

O socorro do BNDES
Como o bicheiro que precisa comprar um título de comendador quando chega a maturidade, a Globo tem necessidade de corrigir, eventualmente, sua trajetória, para que a mão da História lhe seja leve. No entanto, essa espécie de autocrítica conduzida em tom de convescote ao longo da semana não tem peso e seriedade suficientes para um registro nos arquivos do jornalismo, digamos, mais sério.
Essa função foi cumprida, na sexta-feira (24/4), em uma longa entrevista concedida ao jornal Valor Econômico (ver aqui) pelos principais acionistas do Grupo Globo, os irmãos Roberto Irineu, João Roberto e José Roberto Marinho, a uma dupla insuspeita de jornalistas, Matías Molina e Vera Brandimarte.
Além disso, o jornal que pertence ao Grupo Globo em parceria com o Grupo Folha também publica uma reportagem sobre bastidores da poderosa organização, com destaque para o processo de reestruturação financeira que evitou sua falência no começo deste século.
Matías Molina, veterano jornalista que ajudou a formar alguns dos melhores repórteres brasileiros de Economia nas últimas décadas, é autor do livro Os Melhores Jornais do Mundo e lançou recentemente o primeiro volume da trilogia História dos Jornais no Brasil. É com esse currículo que ele conduz a retrospectiva dos 50 anos da Globo no Valor.
Mas a leitura da entrevista decepciona em alguns aspectos: a história controvertida da maior potência da imprensa latino americana fica diluída em meio a uma conversa amena à qual faltou rigor crítico. As perguntas servem como alavancas para os irmãos Marinho amenizarem o papel decisivo da empresa em episódios polêmicos da história nacional.
Um de seus momentos mais importantes – o processo de recuperação financeira ocorrido entre 2002 e 2006 – passa quase em branco. Questionado sobre aquele período, quando a empresa teve que vender parte da rede, livrou-se do controle das operadoras Sky e Net e foi socorrida pelo BNDES, os entrevistadores se satisfazem com a resposta de Roberto Irineu Marinho, de que a situação foi resolvida "sem recursos do BNDES ou de bancos estatais".
O socorro do BNDES ao Grupo Globo foi amplamente noticiado na época (ver aqui) e motivou até mesmo um pedido de audiência pública no Senado Federal (ver aqui) e até hoje segue sendo uma das chaves para se entender a relação entre a empresa e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, em seus dois mandatos.
Quem sabe nos próximos 50 anos essa história seja contada.

do Brasil 247

Governo Alckmin corta verbas de programa para alfabetização de jovens e adultos

Suspensão de repasse da secretaria estadual para entidades conveniadas ao programa Alfabetiza São Paulo deixa 15 mil cidadãos sem iniciação às primeiras letras
por Redação da RBA publicado 27/04/2015 09:31, última modificação 27/04/2015 09:32
REPRODUÇÃO/TVT
sala vazia
Salas vazias são consequência do corte de verbas para o programa Alfabetiza São Paulo
São Paulo – A secretaria de estadual de Educação de São Paulo cortou verbas do programa Alfabetização São Paulo para entidades conveniadas responsáveis pela educação de quase 15 mil jovens e adultos, que agora estão sem sem aulas.
Em Cotia, na região da grande São Paulo, a professora Regineide Alves da Silva, que há nove anos dava aulas em salas cedidas pela Cáritas Brasileira, da Igreja Católica, lamentou a suspensão das aulas: “Eram pessoas que buscavam com muita garra, com muita vontade, com muita determinação. Eles buscavam uma vida melhor”, falou à repórter Michele Gomes, do Seu Jornal, da TVT.
Outra entidade da cidade que também integrava o programa, o Conselho Comunitário de Educação, Cultura e Ação Social de Cotia,  teve que fechar mais da metade das turmas e dispensar professores, por conta do corte de verbas. Desde 1997, o conselho recebia repasse de R$ 15 mil mensais para a alfabetização de cerca de 800 alunos. Hoje, são apenas 350.
"Os mais pobres, os mais fracos, aqueles que tem menos capacidade de reclamar é que foram cortados primeiro", afirmou José Bertuol, presidente do Conselho Comunitário, que relatou ainda casos de professores que estão trabalhando de graça para garantir a continuidade do projeto.





da Rede Brasil Atual

MANIFESTANTES JOGAM TINTA VERMELHA NA GLOBO EM BRASÍLIA

O Levante Popular da Juventude jogou tinta vermelha na sede da Globo em Brasília, em referência ao sangue de brasileiros derramado pela ditadura; o ato em Brasília contou com a participação de 500 pessoas, com apoio do MST, do movimento democratização da comunicação, diversos sindicatos e entidades estudantis


O Levante Popular da Juventude jogou tinta vermelha na sede da Globo em Brasília, em referência ao sangue de brasileiros derramado pela Ditadura, que a emissora apoiou politicamente, deu sustentação ideológica e da qual ganhou benefícios econômicos.

O ato em Brasília contou com a participação de 500 pessoas, com apoio do MST, do movimento democratização da comunicação, diversos sindicatos e entidades estudantis.

O dia 26 de abril, dia do aniversário de 50 anos do grupo de mídia, é marcado por atos em todo o país contra o Império da Globo.

"A verdade é dura, a Rede Globo apoiou a ditadura!", era o principal grito de ordem dos manife
stantes. 
Nas redes sociais, foram difundidas as hashtags ?#?globogolpista50anos? e ?#?globo50anus. 

do Plantão Brasil

sexta-feira, 24 de abril de 2015

PF não encontra testemunha que implicou Anastasia na Lava Jato

Do R7:

Em pedido de prorrogação de prazo para diligências do inquérito envolvendo o senador Antonio Anastasia (PSDB-MG), a Polícia Federal escreveu ao ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), que é essencial dar continuidade às investigações a partir da oitiva do ex-agente da PF Jayme Alves de Oliveira Filho, conhecido por “Jayme Careca”. Diante da dificuldade de ouvir o ex-agente da Polícia, foi solicitado o prazo de extensão de 30 dias para cumprimento das diligências.

O documento foi encaminhado a Zavascki em 10 de abril, assinado pelo delegado da PF Thiago Machado Delabary. 

“Trata-se, portanto, de diligência antecedente às demais, posta que, se infrutífera, tornará exponencial a dificuldade de se obter evidências quanto à suposta entrega de dinheiro, quer pelo afastamento temporal do evento, quer pela negativa do suposto remetente da quantia, Alberto Youssef”, escreveu o delegado, explicando que a PF não tinha conseguido até então cumprir a oitiva de Careca, e que o depoimento estava marcado para o dia 17, na última sexta-feira.

O depoimento do ex-agente da PF está entre os que foram adiados por Zavascki, relator da Lava Jato no STF, a pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR). 

A suspensão temporária das diligências que seriam cumpridas entre os dias 15 e 17 de abril aconteceu depois de um desentendimento entre PF e MPF sobre a condução das investigações. 

A agenda de coleta de depoimentos deve ser retomada em breve, após negociações entre os órgãos.

do Diário do Centro do Mundo

Deputados pedem que Aécio seja investigado

Brasília Dois deputados federais e um estadual do PT de Minas Gerais enviaram à Procuradoria-Geral da República um pedido de investigação sobre a eventual participação do senador Aécio Neves (PSDB) na chamada “lista de Furnas”.

No documento, os deputados federais Adelmo Leão e Padre João, e o estadual Rogério Correia, dizem que os depoimentos do doleiro Alberto Youssef na Operação Lava-Jato revelam indícios contra o senador tucano e outros integrantes do PSDB de Minas Gerais num suposto esquema de desvio de recursos de Furnas Centrais Elétricas e da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) entre os anos de 1994 e 2002.

Em depoimento prestado dentro do acordo de delação premiada, Youssef diz que ouviu do ex-deputado José Janene (PP-PR), já morto, que Aécio dividia uma diretoria de Furnas com o PP e que a irmã do senador, Andréa Neves, fazia a arrecadação dos recursos. Como tal citação não motivou abertura de inquérito contra Aécio, uma vez que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, considerou as citações vagas e baseadas num “ouviu falar” por parte de terceiros já mortos, os deputados do PT pedem que uma investigação que corre sobre Furnas no Rio de Janeiro, sem a presença de autoridades com foro especial, seja puxada para a Procuradoria-Geral da República.

Análise

Com o envio do pedido, Janot deverá analisar o material e se manifestar sobre uma eventual abertura de investigações ou sobre o arquivamento da petição nos próximos dias.

Fonte: Diário do Nordeste

do Jornal dos Municipios