REGULAÇÃO DA MIDIA,JÁ!

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PARA ACABAR COM O MONOPÓLIO

sábado, 13 de dezembro de 2014

UMA PALESTINA QUE NÃO TEVE SEU NOME DIVULGADO NA IMPRENSALONA BRASILEIRA...E A GENTE SABE PORQUE...

Por que não ouvimos falar dela?


"Menina palestina, o mais jovem médica do mundo"

Eqbal Asa'd é uma palestina, Mulher muçulmana que ingressou na universidade de Medicina, quando ela tinha apenas 14 anos,teve sua licenciatura em Medicina com honras e foi definida pelo Guinness como a médica mais jovem do mundo, de acordo com o relatório. Ela foi convidada para ir para Ohio, Estados Unidos para continuar seus estudos e tornar-se um pediatra. "

http://radianceweekly.in/portal/issue/interpersonal-skills-in-islam/article/palestinian-girl-youngest-doctor-in-the-world/

Feminismo Sem Demagogia - Original

Suécia, um modelo para o mundo. Lá, o 1º ministro é chamado de ‘Lula do Norte’

Reproduzo neste espaço artigo de Abdias Duque de Abrantes, jornalista, servidor público, advogado e pós-graduado em Direito Processual do Trabalho pela UnP, sobre a Suécia, onde o primeiro ministro Stefan Löfven é apelidado de "Lula do Norte". 

STEFAN LÖFVEN (FOTO: GETTY IMAGES)

Cabe uma reflexão sobre o motivo do apelido. 

Mas, importante mesmo é ler o artigo. Ei-lo: 

A Suécia é um país nórdico, localizado na península Escandinava, na Europa Setentrional. Possui uma população de cerca de 9,2 milhões de habitantes. A capital e maior cidade da Suécia é Estocolmo (com uma população de 1,3 milhão na área urbana e de 2 milhões na área metropolitana), centro do poder político e econômico do país. 

O sueco é desde julho de 2009 a língua oficial da Suécia, sendo falado pela maioria da população. Cerca de 75% da população sueca é ateia ou agnóstica, apesar de a religião ser absolutamente livre e de o ensino de religião (todas) nas escolas ser obrigatório. 

Os católicos representam cerca de 1,9% e os pentecostais, cerca de 1%. Outras religiões (islamismo, judaísmo, igreja ortodoxa e outras), somadas, dão cerca de 11%. 

A Suécia é uma monarquia constitucional com um sistema parlamentar de governo, com uma economia altamente desenvolvida e diversificada. 

O principal órgão legislativo da nação é o Riksdag (Parlamento da Suécia), com 349 membros que escolhem o primeiro-ministro do país. 

As eleições legislativas são realizadas a cada quatro anos. O país ocupa o quarto lugar do mundo no Índice de democracia, depois da Islândia, da Dinamarca e da Noruega, segundo a prestigiada revista inglesa "The Economist". 

O ex-metalúrgico e ex-sindicalista, Stefan Löfven do Partido Social Democrata, é o primeiro-ministro do país desde 3 de outubro de 2014, pondo fim a um período de preponderância de governos conservadores. 

Depois de ter trabalhado nos correios e numa serração, Stefan Löfven esteve empregado como soldador numa empresa de fabrico de material de guerra em Örnsköldsvik entre 1979 e 1995. 

A partir de então, foi muito ativo no poderoso Sindicato dos Trabalhadores Metalúrgicos, um dos maiores sindicatos do país, e uma importante organização do movimento operário social-democrata na Suécia, tendo sido presidente no período 2006-2012. 

Stefan Löfven é normalmente apelidado de “Lula do Norte”, pela imprensa europeia. 

Alcunha, aliás, endossada por ele próprio: após várias visitas a São Bernardo do Campo - SP, berço do movimento sindical brasileiro, ele se transformou em admirador do ex-presidente brasileiro. 

Para não quebrar a estrutura da coluna, vamos dividir o restante do artigo em notas curtas.

Elogio

“Sou um grande admirador do presidente Lula e posso dizer que fico lisonjeado com essa comparação. 

Nós temos trajetórias parecidas: ambos viemos do movimento sindical e depois entramos para a política. Isso fica claro quando nós nos encontramos. Lula é sem dúvida uma das minhas maiores inspirações”, disse o primeiro-ministro da Suécia Stefan Löfven. 

O país é considerado um dos mais socialmente justos da atualidade, apresentando um dos mais baixos níveis de desigualdade de renda do mundo. 

Direitos iguais

Isso se reflete no fato da Suécia estar, desde que a ONU começou a calcular o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de seus membros na década de 1980, entre os mais bem colocados países do mundo de acordo com o indicador. 

Os direitos são iguais para homens e mulheres. 

E as conquistas sociais são uma realidade em todas as ilhas que formam a Suécia. Os suecos têm de graça tudo que é essencial: saúde, educação e conforto. E quando uma criança nasce, o pai e a mãe têm os mesmos direitos. 

Um ano e quatro meses em casa para cuidar do bebê. A família pode escolher a época de tirar a licença até a criança completar quatro anos. 

Políticas públicas 

O sistema escolar é em grande parte financiado pelos impostos. O governo sueco trata escolas públicas e privadas igualmente. A merenda escolar é gratuita para todos os alunos. 

A Suécia oferece creches que funcionam durante a noite e finais de semana para atender pais que trabalham em turnos não convencionais. 

A Suécia tem um histórico de bom tratamento para pais que precisam de creches e regularmente está entre os países apontados entre os melhores do mundo para criar os filhos.

Diferenças menores 

As crianças têm todos os direitos garantidos: estudam de graça dos seis anos de idade até a universidade. Na Suécia, as diferenças entre os sexos são cada vez menores. 

Lá, homens e mulheres têm as mesmas oportunidades e dividem os mesmos espaços – em casa, na universidade e no trabalho. As leis são sempre aperfeiçoadas para proteger a mulher da violência doméstica e do tráfico sexual.

Postado por Crispiniano Neto

LEI SANCIONADA POR DILMA LEI PREVÊ MULTAS DE ATÉ R$ 11 BILHÕES PARA CORRUPTOS

Lei Anticorrupção prevê punição de 0,1% a 20% sobre o lucro das empresas envolvidas em corrupção.

AS EMPRESAS INVESTIGADAS NA OPERAÇÃO LAVA JATO POR ENVOLVIMENTO NO ESQUEMA DE CORRUPÇÃO DA PETROBRAS PODERÃO PAGAR ATÉ R$ 11,4 BILHÕES EM MULTAS PELAS IRREGULARIDADES COMETIDAS.

Levantamento feito por O TEMPO, com base no faturamento bruto em 2013 das empreiteiras Camargo Corrêa, OAS, UTC, Queiroz Galvão, Engevix, Mendes Júnior, Galvão Engenharia e Iesa, revela que essa seria a somatória das multas máximas das empresas que tiveram executivos presos na operação.

aplicação de multas que variam de 0,1% a 20% do faturamento bruto da companhia no ano anterior está prevista na Lei 12.846, conhecida como Lei Anticorrupção, sancionada em janeiro desse ano pela presidente Dilma Rousseff. 

O levantamento considerou a multa máxima de 20% sobre o faturamento bruto das empresas. A esse montante ainda seriam somados os valores que as companhias terão que devolver aos cofres públicos – artigo também previsto na lei –, ao fim das investigações, por terem sido desviados da estatal.

De acordo com a CGU, a Lei Anticorrupção está valendo apesar de não ter tido um dispositivo regulamentado pelo governo federal: o que trata da definição de políticas de prevenção à corrupção nas empresas, uma espécie de “corregedoria” interna.

A multa maior seria paga pela Camargo Corrêa e poderia chegar a R$ 5,16 bilhões, seguida pela OAS, com um montante de R$ 2 bilhões, e em terceiro, a Queiroz Galvão, com uma punição que poderia chegar a R$ 1,9 bilhão.

Na avaliação da professora de direito da PUC Minas Eliane Cristina da Silva, é preciso que a lei tenha “eficácia social”. “A existência da lei é importante, mas somente ela não é suficiente pra combater a corrupção em um país onde ela é tão arraigada”, aponta.

Além das multas e do ressarcimento, as companhias podem ficar proibidas de receber subsídios, incentivos ou de contrair empréstimos com instituições financeiras públicas, como o Banco Nacional do Desenvolvimento, e podem ter suas atividades suspensas temporariamente ou de maneira definitiva. As companhias também podem ficar proibidas de participar de licitações de órgãos públicos.

Regional. Além do dispositivo que depende do governo federal para ser regulamentado, outro ainda aguarda a normatização, mas, segundo a CGU, é de responsabilidade dos Estados.

Os entes federados precisam indicar o órgão que ficará responsável por apurar atos ilícitos que causem danos aos cofres públicos.

Em Minas Gerais, de acordo com a assessoria de comunicação do governo, a Lei Anticorrupção não foi regulamentada e não tem data para ser publicada.

“A responsabilidade pela apuração dos casos de corrupção em Minas é da Controladoria Geral do Estado (CGE). A regulamentação da Lei Anticorrupção está sendo concluída, sem data ainda definida para sua publicação”, informou o Executivo por meio de nota. Mesmo que esse ponto também não esteja regulamentado por completo, a CGU informou que a lei continua valendo para todo o país.

Definição. Mesmo sem a regulamentação da Lei Anticorrupção, algumas empresas brasileiras já estão trabalhando em sistemas de prevenção à corrupção, já que podem ser enquadradas em um dos artigos da legislação.

Aplicação. Além da prevenção, as companhias têm investido em sistema de correção de possíveis irregularidades. Esse tipo de visão tem sido adotada em grandes empresas. Essa ainda não é a realidade das médias e pequenas.

Nacionalidade. Companhias brasileiras que atuam no exterior também estão sujeitas aos dispositivos da Lei Anticorrupção.

Necessidade

Norma. Para a professora Eliane Silva, a falta de normatização prejudica a aplicação das sanções previstas pela lei. “A regulamentação é importante para garantir que a aplicação da lei será efetiva”, diz.

(OTempo)

de POÇOS 10 NOTICIAS

GERENTE DA PETROBRAS DIZ QUE ROUBA HÁ 18 ANOS. SERÁ QUE FHC SENTE VERGONHA DELE?

HOMEM DE US$ 100 MI ROUBA DESDE O INÍCIO DA ERA FHC

A OCASIÃO FAZ O LADRÃO. EX-GERENTE DA PETROBRAS DIZ QUE ROUBA HÁ 18 ANOS. 

SERÁ QUE FHC SENTE VERGONHA DELE?
barusco
Do Poços 10
Depois de ter causado espanto ao declarar que devolveria uma fortuna de US$ 100 milhões (aproximadamente R$ 252 milhões), obtidos irregularmente, aos cofres públicos, o ex-gerente da diretoria de Serviços da Petrobras Pedro Barusco admitiu que recebe propina há 18 anos, desde o início da era FHC, por meio de contratos da estatal. Esse é o motivo, segundo ele, para ter conseguido acumular tamanha fortuna.
Na semana passada, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso disse sentir “vergonha” do que está acontecendo na Petrobras. “Tenho vergonha como brasileiro, tenho vergonha de dizer o que está acontecendo na Petrobrás”, afirmou.
Barusco admitiu, em delação premiada, que desvia verbas por meio de contratos na estatal do petróleo desde 1996, segundo ano do governo do ex-presidente tucano. Ele também confirmou ter recebido US$ 22 milhões em propina apenas da holandesa SBM Offshore, que trabalha com afretamento de navios-plataforma.
O ex-gerente da Petrobras negou, durante depoimento, que parte do dinheiro desviado por ele era destinado a algum partido ou políticos. “Esta era a parte da casa”, afirmou. Apontado como um dos supostos cúmplices do ex-diretor da estatal Renato Duque, preso na sexta-feira 14, ele conta também ter contratado empresas sem licitação, prática que foi permitida por meio de uma lei do governo FHC.
Barusco teve participação em todos os grandes projetos da Petrobras na última década, entre eles a refinaria de Abreu e Lima, em Pernambuco. Em 2006, logo após a compra pela Petrobras de 50% da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos, ele tentou favorecer a Odebrecht, contratando a empresa para a ampliação da refinaria sem processo de licitação. Ele alegou que a companhia era a única brasileira com experiência para o trabalho e obteve o apoio dos diretores. A obra no valor de US$ 2,5 bilhões, porém, foi rejeitada pelos sócios belgas.
O volume de dinheiro a ser devolvido pelo engenheiro aos cofres públicos é o maior já obtido por um criminoso na história do País. O acordo de delação premiada foi firmado por ele antes de a Operação Lava Jato, da Polícia Federal, vir à tona. Ele decidiu colaborar com a polícia assim que foi avisado que seria denunciado, conseguindo, dessa forma, se livrar da cadeia.

do Luiz Muller Blog

E A REDE GLOBO MAIS UMA VEZ PERMANECE OMISSA,SEM UMA PALAVRINHA EM SEUS NOTICIÁRIOS ANTI PETISTAS

Alckmin está a um passo de perder seu mandato



O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de São Paulo rejeitou ontem (10) as contas da campanha eleitoral do governador reeleito de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB). Por cinco votos a um, o tribunal considerou que houve falhas graves na prestação de contas do tucano. 

Segundo a decisão, a campanha de Alckmin deixou de registrar cerca de R$ 900 mil na primeira prestação de contas. Na segunda, o valor foi maior: R$ 9 milhões. Os valores só foram incluídos na declaração final. Nesta eleição, os candidatos tiveram de prestar contas três vezes: em agosto, setembro e a última em novembro, após o segundo turno.

Foi comprovado que Alckmin não informou, nas duas prestações de contas parciais, todas as doações que foram recebidas. 

Mesmo com a inclusão posterior dos valores doados, a maioria dos juízes, cinco dos seis, entendeu que a omissão dos valores é uma infração grave, passível de desaprovação das contas.

Segundo o TRE-SP a defesa alegou que não houve tempo para declarar os valores, pois esses foram recebidos na véspera da entrada das prestações de contas. A omissão foi de R$ 900 mil na primeira parcial e de R$ 8 milhões na segunda parcial.

Por nota, o PSDB estadual diz que “nenhuma despesa ou receita deixou de ser contabilizada ou declarada. E nenhum dado foi omitido, segundo atesta a própria assessoria técnica do Tribunal Regional Eleitoral”. “Trata-se de mera questão formal que já foi justificada, que será mais uma vez esclarecida em embargos de declaração a serem apresentados nos próximos dias.”

Alckmin pode perder seu mandato como governador e ainda ser condenado, a decisão cabe ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Em entrevista ao Portal Metrópole, o especialista em defesa na ciência politica disse que é possível que Alckmin perca seu mandato, porém a decisão pode ser lenta e gradual de acordo com as determinadas informações, Alckmin pode perder seu mandato depois de ter tomado posse, assim, a reviravolta seria maior. 
Se a equipe de campanha do partido dos outros candidatos pedirem a cassação, a união seria maior e mais forte, assim teria uma maior chance, é necessário aguardar.

Plantão Brasil

PETROBRAS: EX-GERENTE DELATA PORQUE FOI CULPADA

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Funcionária que disse ter alertado a presidente Graça Foster sobre irregularidades em negócios da estatal em 2009, segundo o jornal Valor Econômico, teve a oportunidade de trazer à tona, em comissão interna, os fatos que acaba de revelar, mas "guardou estranhamente por cerca de 5 anos o material e hoje possivelmente o traz a público pelo fato de ter sido responsabilizada pela comissão", disse a Petrobras em nota na noite desta sexta-feira; empresa faz referência a falhas cometidas pela funcionária que elevaram o valor das obras da Refinaria Abreu e Lima em R$ 3,9 bilhões; companhia diz ainda que Venina Velosa da Fonseca foi destituída do cargo por ter ameaçado seus superiores

247 A Petrobras divulgou uma nova nota de esclarecimento sobre o caso da ex-gerente Venina Velosa da Fonseca, que disse ter alertado a presidente da estatal, Graça Foster, sobre irregularidades nas obras da Refinaria Abreu e Lima, de Pernambuco, em 2009, de acordo com reportagem do jornal Valor Econômico (leia mais).
A estatal do petróleo diz que a funcionária pôde revelar, em comissão interna criada pela empresa para apurar procedimentos de contratação nas obras da refinaria os fatos que acaba de trazer à tona, mas não o fez.
"A empregada guardou estranhamente por cerca de 5 anos o material e hoje possivelmente o traz a público pelo fato de ter sido responsabilizada pela comissão", aponta o comunicado da Petrobras. A empresa se refere ao fato de Venina ter sido acusada de ter cometido falhas que elevaram o valor das obras em R$ 3,9 bilhões.
A Petrobras afirma ainda que Venina "foi destituída" do cargo de diretora presidente da Petrobras Singapore, em Cingapura, onde atuava, por ter ameaçado seus superiores de "divulgar supostas irregularidades caso não fosse mantida na função gerencial".
A companhia cita também outras medidas que foram tomadas contra irregularidades, como a instauração de comissões internas, a demissão do gerente da área de Comunicação do Abastecimento em 2009 e o aprimoramento de procedimentos internos. Resultados de relatórios foram enviados para a CGU e para o MP-RJ.
"Não procede a afirmação de que não houve apuração por parte da Companhia em nenhum dos três casos citados por ela: RNEST, Compra e Venda de BUNKER e Irregularidades da Gerência de Comunicação do Abastecimento", ressalta a estatal, sobre as denúncias da ex-gerente ao Valor.
Leia abaixo a íntegra da nota:
Esclarecimento
Com referência às matérias publicadas na imprensa a respeito de denúncias feitas pela empregada Venina Velosa, a Petrobras reitera que tomou todas as providências para elucidar os fatos citados nas reportagens. Não procede a afirmação de que não houve apuração por parte da Companhia em nenhum dos três casos citados por ela: RNEST, Compra e Venda de BUNKER e Irregularidades da Gerência de Comunicação do Abastecimento.
A Petrobras instaurou comissões internas de apuração, entre as quais uma referente aos procedimentos de contratação nas obras da RNEST, em 2014. A empregada foi ouvida nesta comissão, momento em que teve a oportunidade mas não revelou os fatos que está trazendo agora ao conhecimento da imprensa. A empregada guardou estranhamente por cerca de 5 anos o material e hoje possivelmente o traz a público pelo fato de ter sido responsabilizada pela comissão.
A empregada foi citada no relatório desta Comissão com referência a responsabilidades por não conformidades consideradas relevantes. O resultado foi enviado às Autoridades Competentes (MPF, PF, CVM, CGU e CPMI) para as medidas pertinentes. A empregada foi destituída da função de diretora presidente da empresa Petrobras Singapore Private Limited em 19/11/2014, após o que ameaçou seus superiores de divulgar supostas irregularidades caso não fosse mantida na função gerencial.
A Petrobras instaurou comissões internas em 2008 e 2009 para averiguar indícios de irregularidades em contratos e pagamentos efetuados pela gerência de Comunicação do Abastecimento. O ex-gerente da área foi demitido por justa causa em 3 de abril de 2009, por desrespeito aos procedimentos de contratação da Companhia. A demissão não foi efetivada naquela ocasião porque seu contrato de trabalho estava suspenso, em virtude de afastamento por licença médica. A demissão foi efetivada em 2013. O resultado das análises foi encaminhado para a CGU e MP/RJ e há uma ação judicial em andamento visando ao ressarcimento dos prejuízos causados à companhia pelo ex-empregado.
Após resultado do Grupo de Trabalho constituído em 2012, a Petrobras aprimorou os procedimentos de compra e venda de bunker, com a implementação de controles e registros adicionais. Com base no relatório final, a Companhia adotou as providências administrativas e negociais cabíveis. A Petrobras possui uma área corporativa responsável pelo controle de movimentações e auditoria de perdas de óleo combustível, que não constatou nenhuma não conformidade no período de 2012 a 2014.
Gerência de Imprensa/Comunicação Institucional

Brasil 247

Petrobras rebate acusações de ex-diretora

Jornal GGN – A Petrobras divulgou na noite de ontem, sexta-feira (12), esclarecimentos a respeito das matérias publicadas na mídia sobre as denúncias de Venina Velosa. De acordo com a companhia, a afirmação de que não houve apuração nos casos denunciados por ela não procede.
“A Petrobras instaurou comissões internas de apuração, entre as quais uma referente aos procedimentos de contratação nas obras da RNEST, em 2014. A empregada foi ouvida nesta comissão, momento em que teve a oportunidade mas não revelou os fatos que está trazendo agora ao conhecimento da imprensa”, afirma a nota. E continua “A empregada guardou estranhamente por cerca de 5 anos o material e hoje possivelmente o traz a público pelo fato de ter sido responsabilizada pela comissão”.
A Petrobras afirma que Venina foi responsabilizada na Comissão “por não conformidades consideradas relevantes” e destituída da função de diretora presidente da empresa Petrobras Singapore Private Limited. A ameaça de divulgar irregularidades teria sido uma chantagem para ser mantida no cargo.
Da Petrobras
Leia novo esclarecimento que divulgamos na noite desta sexta-feira (12/12):
Com referência às matérias publicadas na imprensa a respeito de denúncias feitas pela empregada Venina Velosa, a Petrobras reitera que tomou todas as providências para elucidar os fatos citados nas reportagens. 
Não procede a afirmação de que não houve apuração por parte da Companhia em nenhum dos três casos citados por ela: RNEST, Compra e Venda de BUNKER e Irregularidades da Gerência de Comunicação do Abastecimento.
A Petrobras instaurou comissões internas de apuração, entre as quais uma referente aos procedimentos de contratação nas obras da RNEST, em 2014. A empregada foi ouvida nesta comissão, momento em que teve a oportunidade mas não revelou os fatos que está trazendo agora ao conhecimento da imprensa. A empregada guardou estranhamente por cerca de 5 anos o material e hoje possivelmente o traz a público pelo fato de ter sido responsabilizada pela comissão.
A empregada foi citada no relatório desta Comissão com referência a responsabilidades por não conformidades consideradas relevantes. O resultado foi enviado às Autoridades Competentes (MPF, PF, CVM, CGU e CPMI) para as medidas pertinentes. A empregada foi destituída da função de diretora presidente da empresa Petrobras Singapore Private Limited em 19/11/2014, após o que ameaçou seus superiores de divulgar supostas irregularidades caso não fosse mantida na função gerencial.
A Petrobras instaurou comissões internas em 2008 e 2009 para averiguar indícios de irregularidades em contratos e pagamentos efetuados pela gerência de Comunicação do Abastecimento. O ex-gerente da área foi demitido por justa causa em 3 de abril de 2009, por desrespeito aos procedimentos de contratação da Companhia. A demissão não foi efetivada naquela ocasião porque seu contrato de trabalho estava suspenso, em virtude de afastamento por licença médica. A demissão foi efetivada em 2013. O resultado das análises foi encaminhado para a CGU e MP/RJ e há uma ação judicial em andamento visando ao ressarcimento dos prejuízos causados à companhia pelo ex-empregado.
Após resultado do Grupo de Trabalho constituído em 2012, a Petrobras aprimorou os procedimentos de compra e venda de bunker, com a implementação de controles e registros adicionais. Com base no relatório final, a Companhia adotou as providências administrativas e negociais cabíveis. A Petrobras possui uma área corporativa responsável pelo controle de movimentações e auditoria de perdas de óleo combustível, que não constatou nenhuma não conformidade no período de 2012 a 2014.

LUIS NASSIF online