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sábado, 2 de fevereiro de 2013

Quais são os Judas do PSDB que votaram em Renan?


Dilema bíblico entre os tucanos; já se sabe que o novato Rubens Figueiró e o escolado Cícero Lucena traíram a ordem do PSDB e votaram Renan Calheiros contra Pedro Taques; mas contabilidade do PMDB aponta para outros cinco senadores tucanos como eleitores secretos do novo presidente do Senado; em nome deles, partido ganhou 1ª secretaria da Casa; "Por mim, a gente abria mão desse cargo", disse, isolado, o líder Álvaro Dias.

Dilema bíblico entre os tucanos; já se sabe que o novato Rubens Figueiró e o escolado Cícero Lucena traíram a ordem do PSDB e votaram Renan Calheiros contra Pedro Taques; mas contabilidade do PMDB aponta para outros cinco senadores tucanos como eleitores secretos do novo presidente do Senado; em nome deles, partido ganhou 1ª secretaria da Casa; “Por mim, a gente abria mão desse cargo”, disse, isolado, o líder Álvaro Dias. 

Quais foram os senadores do PSDB que traíram a orientação do partido pelo voto em Pedro Taques, do PDT, e não, como rezava todo o combinado, em Renan Calheiros, para presidente do Senado? 

De sete votos tucanos contabilizados pelo vitorioso PMDB, dois já se sabem: o do noviço no Senado e octagenário Rubem Figueiró (MT), de 81 anos, e do veterano ex-governador Cícero Lucena (PB). 

Faltam ser identificados cinco entre nove tucanos – uma vez que a bancada tem 11 senadores. 

De toda forma, a gratidão pela pulada de cerca dos tucanos se deu, após algum regateio e conferência dos cálculos em torno do voto secreto. 

O partido ganhou a 1ª secretaria da mesa diretora, que será ocupada pelo senador Flexa Ribeiro (PA). 

Pelo jeito, ele pode ter sido mais um dos que votaram em Renan. O líder Álvaro Dias não gostou, publicamente, da história. Abalado pela, na prática, perda de liderança, uma vez que não conseguiu manter a bancada unida em torno do voto no oposicionista Taques, Dias saiu-se com a seguinte: 

“Por mim, a gente abriria mão desse cargo”. Não é o que vai acontecer. A partir da primeira hora da gestão de Renan, com sete dissidentes apontados em 11 a favor de sua eleição, o PSDB pode ser visto, por um ângulo rigoroso, como um partido de apenas quatro senadores. 

Os demais estão, como dizem os políticos, votando com suas consciências, e não com a disciplina necessária para fazer parte de uma agremiação partidária. 

Os receosos de uma pulverização de quadros do PSDB ganharam, no Senado, um novo motivo para se preocuparem ainda mais.

do Blog do Esmael

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